REVISTA POESIAS E CARTAS- ABRIL 2025

Entrevista com o Poeta-por Rose Giar

Este mês a nossa querida Rose Giar entrevista o professor, filosofo e poeta Rodolpho Lima .

Rose Giar: Nome completo, algum heterônimo?
Rodolpho Lima: Rodolpho de Lima Barbosa. Filósofo
Rose Giar: Cidade onde nasceu. Cidade onde mora, casado, tem filhos?
Rodolpho Lima: São Caetano do Sul e moro em Nhandeara, não sou casado e nem tenho filhos.
Rose Giar: Quem é Rodolpho Lima?
Rodolpho lima:Uma pessoa sincera, tenho uma identidade construtiva. Penso antes de agir em todas as minhas ações. Busco atuar em ações solidárias, isto me ajuda a ser uma pessoa melhor.
Rose Giar:Sua infância, pais, como era sua vida?
Rodolpho Lima:Tive uma infância quase perfeita, tenho bons pais que fizeram muito na minha fase mágica dos tempos áureos. Fui corredor pedestre e consegui fazer uma brincadeira se tornar competição e venci várias provas.
Rose Giar: Qual sua formação escolar?
Rodolpho Lima: Estou formado como professor de história, filosofia, geografia e sociologia e leciono no Porfírio Pimentel em Macaubal no Estado de São Paulo.
Rose Giar:Quando a poesia entrou na tua vida?
Rodolpho Lima:Na minha adolescência eu tive incentivo dos professores de linguagens, comecei a apreciar a ideia de escrever e se tornou uma essência na minha vida.
Rose Giar: Quais livros que você leu ou algum que te marcou ou te influenciou? Cite um autor ou escritor que te inspira.
Rodolpho Lima:O livro que marcou foi a Lira dos Vintes Anos de Álvares de Azevedo. Sempre busco o Shakespeare como a inspiração ao meu trabalho.

Rose Giar: Quantos anos você tinha quando começou a escrever?
Rodolpho lima: 15 anos.
Rose Giar:Qual seu estilo poético preferido e que te inspira a escrever?
Rodolpho Lima: Sou um poeta da esperança. O amor pela vida é o meu estilo.
Rose Giar: Qual a importância da Literatura na Arte para você?
Rodolpho Lima: Escrever e pensar são sinônimos de observar e absorver os contextos construtivos para a evolução do conhecimento.
Rose Giar: O que você acha do uso da inteligência artificial em textos, poemas, letras de músicas?
Rodolpho Lima: Inteligência artificial é um problema para a criatividade. O sentimento antrópico é necessário para expressar o olhar sentimental para o mundo.


Rose Giar:Quais são suas esperanças e desesperanças com respeito a literatura brasileira no geral?
Rodolpho Lima: Acredito que a educação familiar, religiosa e escolar são fundamentais para a formação de pessoas acadêmicas para a literatura. Aprecio a tecnologia, porém é complicado a evolução e o regresso do aprendizado que prejudica a literatura brasileira, em virtude da carência por novos autores.
Rose Giar:Com relação as mulheres, você acha que elas são e foram importantes para a literatura? Como?
Rodolpho Lima: As mulheres são exemplos no Brasil. Um país que as próprias mulheres tem preconceito com seu próprio gênero. Admiro a literatura feminina no Brasil, porque para alcançar o reconhecimento pela capacidade do conhecimento é algo extraordinário neste país tão conservador.
Rose Giar: Na sua opinião, o que o escritor ou poeta, precisa fazer pra ser bem sucedido em nosso país?
Rodolpho Lima : Necessita de um padrinho ou madrinha, ter um talento incrível, precisa de dinheiro para alcançar o seu espaço literário. A política brasileira investe pouco na literatura de novos talentos principalmente.
Rose Giar: Quanto a mulher negra e escritora, você vê oportunidades a elas?
Rodolpho Lima: Infelizmente não. Um país que o racismo pendura desde os tempos da escravidão, embora tenha ocorrido a alforria, é preciso a superação de várias dificuldades pela mídia, a socialização na educação e no trabalho há muitos obstáculos para serem desconstruídos.

Rose Giar:Você têm livros ou obras autorais publicadas, cite os nomes e onde podem ser adquiridos?
Rodolpho Lima: Não escrevi um livro. Estou atuante no Instagram, participei de Antologias que contribuíram para a divulgação do meu trabalho.

– Entre rimas e Versos
– O Amanhecer da Poesias
– Vendaval da Poesia
– Poesias e Cartas
– Magia de Natal
– Magia do Natal
– Poesia Livre 2023
– Sarau Brasil 2024 Seleção Poesia Brasileira
– CNNP 2017 Concurso Nacional Novos Poetas
Rose Giar:Quais seus projetos futuros?
Rodolpho Lima: Pretendo participar de novos trabalhos literários. Estou coordenando um projeto de Antologia é Criatividade no Porfírio, buscando formar novos escritores na escola. Estou realizando novas produções no Tributo a Mário Quintana que é uma grande honra.

Rose Giar: Deixe seus perfis em redes sociais para que possam te seguir.
Rodolpho Lima: 18. Para quem desejar conhecer as minhas criações artísticas.
Siga o @poetarodolpholima no Instagram

 

 

Dia 1 de abril

 

O dia 1º de abril é conhecido como o Dia da Mentira, mas muitas mulheres acreditam que é o Dia do Homem. No entanto, poucos sabem que essa data representa outras ocorrências importantes. Uma delas é o Dia da Abolição da Escravidão dos Povos Indígenas, que aconteceu em 1680, quando o então governador da capitania do Rio de Janeiro, o Conde de Lemos, promulgou uma lei que proibia a escravização dos indígenas, reconhecendo parcial e historicamente seus direitos.
Além disso, abril é um mês de conscientização. O Abril Azul é uma campanha global dedicada a aumentar a conscientização sobre o autismo, que ocorre durante todo o mês. A cor azul foi escolhida como símbolo, e, durante este período, diversas atividades e eventos são realizados para promover o entendimento e a inclusão de pessoas no espectro autista.
Outra campanha importante é o Abril Verde, que é dedicado à conscientização sobre a segurança no trabalho, focando na prevenção de acidentes e na promoção de um ambiente de trabalho seguro para todos os trabalhadores. Essa campanha visa aumentar a conscientização e a educação sobre a saúde e a segurança ocupacional.
Portanto, antes de pensarmos que 1º de abril é apenas o Dia da Mentira, é essencial pesquisar e conhecer essas datas significativas que também se iniciam nesse dia.

Abril

Abriram-se as promessas
Abrir os corações
Reabrir aquela página
Mudar a outra
Mudar o mês
De status, de estado emocional
Abrir aquela canção
Abrir novas sensações
Passar pela percepção febril
Para o momento de folhas caindo.
Verão
Os que chegam a seus outonos

Dia Mundial de Conscientização do Autismo por Johnny Ribeiro

 

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado em 2 de abril de cada ano. Esta data foi estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2007, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em todo o mundo.

Importância da data

  • Sensibilização: Promover a compreensão sobre o autismo e como ele afeta a vida das pessoas e suas famílias.
  • Aceitação: Incentivar a aceitação e inclusão das pessoas autistas na sociedade.
  • Recursos e Apoio: Promover o acesso a recursos e serviços para apoiar indivíduos com TEA e
  • suas famílias.

Sobre Autismo

1. O que é autismo?: O autismo é uma condição neurológica que afeta a forma como as pessoas percebem e interagem com o mundo ao seu redor.
2. Sintomas do autismo: Os sintomas do autismo podem incluir dificuldade em se comunicar, dificuldade em interagir com os outros, e comportamentos repetitivos.
3. Tratamento do autismo: O tratamento do autismo pode incluir terapia comportamental, terapia de fala, e medicamentos para ajudar a controlar os sintomas.
4. Aceitação e inclusão: É importante aceitar e incluir as pessoas com autismo em nossa sociedade, e proporcionar-lhes as oportunidades e recursos que precisam para se desenvolver e prosperar.

Maria José Anacleto 😉

Aceitação e Inclusão

O Mundo em Minha Maneira
Eu vejo o mundo de uma maneira diferente,
Com cores mais vibrantes, sons mais intensos.
Eu sinto o mundo de uma maneira única,
Com texturas mais suaves, cheiros mais fortes.

Eu não entendo sempre o que as pessoas dizem,
Mas eu entendo o mundo em minha própria maneira.
Eu não consigo sempre expressar meus sentimentos,
Mas eu sinto o mundo com todo o meu coração.

Eu sou diferente, sim, mas não sou menos,
Eu sou único, especial, e eu sou eu mesmo.
Eu não preciso ser como os outros,
Eu preciso ser eu mesmo, com minhas próprias regras.

Eu sou autista, e eu estou orgulhoso,
De ser quem eu sou, de ser diferente.
Eu não preciso mudar, eu não preciso ser como os outros,
Eu preciso ser eu mesmo, e eu estou feliz assim…

Como é comemorado

A data é marcada por diversas atividades, como palestras, eventos educacionais, campanhas em redes sociais e até ações de iluminação de prédios e monumentos em azul, que é a cor símbolo do autismo.

Dia Do Livro Infantil

O Dia Mundial do Livro Infantil é comemorado no dia 2 de abril e tem como objetivo promover a leitura entre as crianças, celebrar a importância dos livros e homenagear o autor dinamarquês Hans Christian Andersen, que nasceu nessa data em 1805. Essa data é uma oportunidade para incentivar o amor pela leitura, a criatividade e a imaginação nas crianças.
Atualmente, vemos várias pessoas com projetos sociais levando a leitura a lugares onde é mais difícil de se chegar. Aproveitando este espaço para falar do livro infantil, é importante mencionar como a leitura de boas histórias na infância faz a criança viajar, imaginando um mundo de fantasias. Que tal começar a ler pequenos poemas para elas se apaixonarem por este estilo de livro e aprimorarem a sua leitura?
Projetos como a Fuscoteca, que leva livros e histórias a crianças e adolescentes de comunidades carentes, têm tentado fazer a diferença em um país onde a leitura não é priorizada. Muitas vezes, as pessoas não gostam de ler por falta de incentivo. O Dia Mundial do Livro Infantil serve também para lembrarmos o quanto é importante a leitura nas primeiras fases da educação. Vamos incentivar nossos pequenos a ler e, assim, permitir que eles viajem para lugares incríveis sem sair de casa.

 

Através do Caleidoscópio

Por Carlos Lopes

 

No giro de hoje, ” Engane-me  se puder.”

 

A grande Farsa

 

O Brasil tem uma coincidência curiosa: no mesmo mês em que se celebra o chamado “descobrimento” do país, também se comemora o Dia da Mentira. Acaso ou ironia do destino? O fato é que, desde 1500, nos acostumamos a enxergar a história por lentes distorcidas. A ideia de que o Brasil foi “descoberto” não foi apenas o primeiro grande engano, mas também deu início a uma tradição de narrativas convenientes, onde os mitos muitas vezes tomam o lugar da verdade. Hoje, essa inclinação para aceitar versões duvidosas se reflete na avalanche de fake News e desinformação, tornando o país um solo fértil para crenças equivocadas e manipulações históricas.
Imagine que você acorda um dia e descobre que sua casa, onde sua família vive há gerações, foi “descoberta” por um estranho. Ele entra sem ser convidado, olha ao redor com curiosidade, e então declara que agora o lugar pertence a ele. Estranho, não? Pois foi exatamente isso que aconteceu em 1500, quando Pedro Álvares Cabral chegou ao território que hoje chamamos de Brasil. Mas espere… será que ele realmente chegou primeiro?
Nos ensinaram na escola que o Brasil foi descoberto em 22 de abril de 1500. O termo “descobrimento”, repetido à exaustão, carrega consigo a ideia de que a terra era vazia, esperando ansiosa por um explorador europeu que lhe desse um nome e um destino. Mas a realidade é bem diferente. Quando Cabral aportou, pelo menos três milhões de pessoas já habitavam essa terra. Povos indígenas que conheciam cada palmo desse solo, que navegavam por rios caudalosos e cultivavam alimentos que sustentavam suas comunidades. O que Cabral fez, então, não foi um descobrimento – foi uma invasão.

Aliás, há indícios fortes de que os portugueses sabiam muito bem para onde estavam indo. O navegador Duarte Pacheco Pereira já havia mapeado parte da costa brasileira antes de Cabral. Além disso, o espanhol Vicente Yáñez Pinzón possivelmente chegou ao Brasil antes dos portugueses, explorando o litoral do atual Ceará ainda em 1498. Então, por que insistimos tanto na narrativa de que Cabral foi o pioneiro? Porque a história é escrita pelos vencedores.
Alguns estudos apontam que a falácia do descobrimento foi construída para legitimar discursos populistas e ufanistas. A narrativa de que a nação surgiu de um encontro pacífico, com indígenas acolhedores e colonizadores benevolentes, mascara a realidade brutal da colonização: escravidão, destruição cultural e violência. O Brasil não nasceu de um abraço, mas de um saque.
Até as cores da nossa bandeira carregam essa ilusão. Aprendemos que o verde representa nossas matas e o amarelo, nossas riquezas. Mas, na verdade, essas cores foram herdadas das casas reais europeias: verde da Casa de Bragança, de Dom Pedro I, e amarelo da Casa de Habsburgo, de Dona Leopoldina. Nada a ver com a natureza exuberante ou as riquezas de um povo originário. Mais um golpe de marketing histórico para nos convencer de que nossa identidade vem da Europa e não dos povos que aqui viviam há séculos.
Se o Brasil foi de fato “descoberto” em 22 de abril, por que os indígenas são lembrados apenas em 19 de abril? Uma ironia cruel. A data, criada em 1943 pelo governo de Getúlio Vargas, surge como um gesto simbólico para lembrar aqueles que foram massacrados, explorados e sistematicamente apagados da história. Mas, na prática, o que se comemora? Uma tentativa de domesticar a memória, transformando os indígenas em figuras folclóricas, e não nos verdadeiros donos da terra.

A cada ano, repetimos a mentira do descobrimento, ignorando que o Brasil foi conquistado, saqueado e imposto à força. A chegada de Cabral não foi um marco de civilização, mas o primeiro capítulo de um longo processo de dominação e resistência. O que nos contaram foi apenas uma versão conveniente para os vencedores. E se agora começarmos a questionar essa história? E se, finalmente, reconhecermos que fomos enganados esse tempo todo?

Talvez seja hora de reescrever a nossa própria história.

 

Até o próximo giro!

Carlos Lopes

CRP 04/49834

 

PINDORAMA

 No mês de abril, o engano se faz,
Comemora-se a mentira, a velha paz.
O “descobrimento”, de história envenenada,
Esconde a verdade, a face mascarada.

Em 1500, chegaram a nos dizer,
Que uma terra vazia veio a aparecer,
Mas aqui já havia vida, chão e voz,
De povos que sofreram, Atroz.

O “descobrimento” não passou de invasão,
Estranho que entrou sem permissão,
Declarou que agora a terra era sua,
Apagando culturas, deixando-as nuas.

E a mentira se espalha, forte, constante,
Como um véu sobre o passado distante.
O verde e o amarelo, cores da bandeira,
Não falam da terra, mas da realeza inteira.

E os povos originários, de sangue marcado,
Foram esquecidos, à sombra deixado.
E o Brasil? nasceu de um abraço ou de um saque?
A história se distorce, mas quer ser destaque.

Repetimos a mentira, sem questionar,
O Brasil foi conquistado, mas não vamos parar.
A verdade não é mais um segredo guardado,
Chegou o momento de ver o que foi apagado.

E quem sabe, enfim, vamos reescrever,
A história verdadeira, a força de viver.
Que a mentira não nos guie mais,
Pois é hora de encontrar a paz.

 

Dia do Jornalista por Luis Augusto do Carmo( Alladin Bambá)

O jornal sempre foi um reflexo do tempo, um espelho de papel onde a cidade se olhava a cada manhã. No início, era letra torta sobre folhas ásperas, carregado de discursos formais e notícias de terras distantes. Mas logo encontrou o povo, deslizando pelas mãos calejadas dos trabalhadores, dobrado nos bolsos dos curiosos, sussurrando segredos entre um gole de café e outro.
Vieram os grandes nomes: “O Estado de S. Paulo”, “Folha de S.Paulo”, “Jornal do Brasil”, que trouxeram seriedade e investigação, registrando a história com letras firmes. Mas também surgiram aqueles que fizeram da notícia um espetáculo. “Notícias Populares” estampava o inesperado, o trágico, o absurdo que todos fingiam desprezar, mas não resistiam a ler. “Aqui Agora” transformou essa energia em imagem, trazendo para a tela o realismo cru que muitos condenavam, mas poucos conseguiam ignorar. “O Dia” e “Meia Hora” carregavam essa mesma essência, falando direto ao povo, sem floreios, sem pretensão de agradar a academia.
Nos anos dourados das bancas de jornal, “Diário da Noite”, “Última Hora” e “Correio da Manhã” brigavam pelo leitor com manchetes afiadas, cobrindo dos escândalos políticos às histórias de amor e crime. O jornalismo tornou-se um espetáculo, e a notícia, um enredo impossível de desviar o olhar.
O tempo avançou, e a tecnologia abriu novas rotas. O papel começou a ceder espaço à luz das telas, e a voz do jornaleiro se dissolveu no turbilhão digital. As notícias não esperam mais a madrugada para serem impressas; nascem e morrem no mesmo fôlego de um clique. O jornaleiro deu lugar ao algoritmo, e o leitor tornou-se navegador de um mar infinito de informações. “G1”, “UOL”, “R7” e tantos outros portais tomaram a frente, enquanto os impressos lutavam para sobreviver, reinventando-se em versões digitais.
Critica-se o exagero, o título chamativo, a urgência que parece fabricar tempestades em copos d’água. Mas a verdade é que sempre foi assim: o espanto, o drama, a história contada com paixão sempre encontraram plateia. Quem aponta o dedo contra o sensacionalismo é o mesmo que, em segredo, abre a notícia escandalosa, compartilha a manchete eletrizante, se deixa levar pelo irresistível impulso de saber mais.
A essência do jornalismo não se perdeu, apenas se transformou. O tempo mudou suas vestes, mas não seu espírito. O papel pode amarelar e as bancas podem se esvaziar, mas enquanto houver uma história a ser contada, o jornal — seja impresso, digital ou sussurrado no vento — continuará vivo.

 

Penso logo escrevo por Lirio Reluzente

DIA MUNDIAL DA POESIA

O Dia Mundial da Poesia foi criado na XXX Conferência Geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1999, para homenagear a poesia, promover a diversidade das línguas e intensificar os intercâmbios entre culturas. Essa data visa a importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa.
Mas você sabia que a poesia é mais antiga que a própria escrita?
Os contos indianos que datam há mais de mil anos A.C. e a Odisseia de 800 A.C. parecem ter sido compostos de forma poética para ajudar na memorização e na transmissão oral nas sociedades antigas.
Com fragmentos poéticos encontrados em antigos monólitos e pedras únicas, a poesia compreende aspectos metafísicos, no sentido de sua imaterialidade e da possibilidade desses elementos transcenderem ao mundo fático. Este é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.
A poesia alimenta a alma, tempera o dia e acalenta os corações. O poeta nos faz ver, sob a aparência das coisas de todo dia, a verdade profunda de um mundo contraditório. Ele quer que as palavras signifiquem em si e por si, alguma coisa que são elas próprias sob a forma de poema.
A poesia possui algumas características estruturais, como métrica, rima e refrão. Mas não significa que poesia, para ser poesia, tenha de apresentar fielmente esses pontos. Grande parte da poesia do modernismo, por exemplo, abdicou desses conceitos e cultivou o verso livre (abandono da métrica), as estrofes irregulares e o verão branco, ou seja, sem rima. O que não impede que “subitamente na esquina do poema, duas rimas se encontrem, como duas irmãs desconhecidas”, como nos ensina o poeta Mário Quintana.
O verso livre, a poesia concreta e outras formas inovadoras demonstram a capacidade da poesia de se reinventar e se adaptar às novas realidades.  A poesia continua a se reinventar, a explorar novas linguagens e a desafiar as convenções tradicionais.  No entanto, a essência da poesia permanece: a capacidade de expressar emoções, ideias e experiências humanas de forma criativa e significativa.  A poesia é, em sua essência, a busca pela beleza, pela verdade e pela compreensão do mundo e da condição humana.

Por Lírio Reluzente

@lirioreluzente_

 

Contos de Pietra: Pascoa de travessuras

Mais um dia e eu aqui pensando na vida e nas consequências que minha sede frenética por sexo tem me levado, cada coisa que fiz e tudo o que ainda gostaria de fazer.
Estamos em época de chocolate e na minha agenda telefônica, vejo meus tão adoráveis contatos, uma pra cada dia da semana. Algumas já são até casadas, sem contar as novinhas que nem sabem direito o que é sentir um orgasmo e dizem que são boas de cama.
Eu me chamo Roberto , indo a uma loja para comprar chocolates para os meus amores, as minhas meninas, encontro uma mulher bem atraente com um olhar que me dominou. Já fiquei fascinado e doido para poder ver aquele corpo nu. Ela estava com um perfume adocicado, uma fragrância francesa; deve ser o tal do Mugler Angel, o perfume que deixa as mulheres empoderadas, capaz de domar qualquer homem somente com o olhar.
Essa mulher aparenta ter uns 35 a 40 anos, está bem vestida, tem uma boca gostosa que qualquer homem desejaria, um corpo malhado — deve nadar e pedalar. Aqueles pernas são muito bonitas, seu cabelo bem feito e as unhas na cor vermelho, que chama o pecado e a tentação. Ela compra uma caixa de bombons meio amargo.
Ela também prestou atenção em mim; seu olhar percorreu meu corpo umas duas vezes, e isso está me deixando completamente louco. Disfarço e pego os chocolates para as meninas. Ela entra na fila para fazer o pagamento e, quando sai do caixa, passa por mim, sussurra em meu ouvido: “Aguardo sua ligação”, coloca um papel no meu bolso e vai embora sorrindo, e eu fico espantado pela iniciativa.
No papel, está seu nome: “Pietra Blanco” e seu número, e em mim, o desejo e a tentação envolvem tudo. Fico excitado pensando de como será aquela mulher na cama e o sabor que ela deve ter. Não demoro muito e já envio uma mensagem de boa tarde. Alguns minutos depois, vem a resposta.
“Nossa, nem demorou muito, hein? Boa tarde!”
“Então, achou que eu não te procuraria?”
Em um tom de ironia e brincadeira, ela responde:
“Tinha certeza, só achava que poderia demorar, mas já ligou, e eu vi seus olhares me analisando por inteira. Quase arranquei a roupa pra você.”
Que mulher decidida essa tal de Pietra! Ela fala o que sente e o que quer sem se reprimir. Nossa conversa se desenrola e, por mais de uma hora, trocamos mensagens e brincadeiras perversas, as quais nos excitamos ao ponto de eu querer vê-la nua e ela me dizer que só pessoalmente.

Pietra é decidida, porém sabe como domar um homem. Brincar com fotos ou chamadas de vídeo já não é com ela, pois consegue deixar um homem excitado apenas com palavras. Ela descreve as coisas e a imagem aparece em nossa mente. Claro, ela é uma escritora e também poetisa; sente emoções e vive nos escritos e pessoalmente.
Marcamos um encontro em um motel chamado Coliseu. O que será que essa mulher irá aprontar? Ela aparece vestida com um roupão vermelho, mal nos falamos e a agarração já começa. Ela tem uma boca de seda e imagino como seria essa boca lá embaixo, e sua flor, que ela ainda não me deixou tocar, me arranca a roupa e pede para deitar na cama. Pega uma cestinha e começa a arrancar o roupão, uma coelhinha linda e safada, pronta para foder com vontade.
Me olha nos olhos, me dominando, me conduz até sua boca. Eu a beijo por inteira, ela deita na cama e abre as pernas, sua menina toda exposta pra mim — que coisinha linda, toda lisinha e rosada, pronta para ser devorada. Seu sabor é incomparável, diferente e mágico; seus gemidos e suas falas, uma coelhinha tão safada e fogosa.
Ela quer experimentar meu membro rígido como ferro e pronto pra ela; que se delicia engolindo e mordendo, passando toda aquela boca gostosa nele, quase gozo. A coelhinha quer pular e vem por cima pra brincar, galopando sem parar e rebolando seus gemidos e suas taras. Ela ficando de quatro e eu vendo aquela imagem magnífica e exuberante. Parecíamos não ter fim. A noite foi indo afora até que gozamos juntos, sem palavras e apenas um beijo. Adormecemos e, quando acordei pela manhã, encontrei um bilhete de Pietra me dizendo:
“Obrigado pelo orgasmo, quem sabe um dia nos encontramos novamente. Leia meus livros. Beijos, Pietra.”
Hoje sou fã desta escritora. Em seus poemas, eu viajo e sinto uma tremenda saudade e vontade de novamente a ter comigo.

Coelhinha da Páscoa

Venho balançando o rabinho
Com a cestinha nas mãos
Coelhinha gosta de carinho
E de chamar a atenção

Pego teus ovos sem medo
Lambuzando minha boca
Como lambendo os dedos
Por chocolate eu fico louca

Represento a fertilidade
E a Páscoa eu simbolizo
Das crianças faço a felicidade
Nos adultos causo reboliço

Se os ovos eu não entregar
Levo palmadas no bumbum
Sei que ele vai me castigar
Me deixando em jejum

Pietra Blanco

Música e Poesia

Vou mostrar para vocês esta mulher de voz belíssima que encanta a quem a ouve ou lê: uma poetisa, cantora, escritora e compositora. Ana Luiza Blancato merece nosso apoio. Ela é mais uma dos muitos músicos do país que vêm tentando alcançar o sucesso e viver apenas do que mais gostam de fazer.
A música e a poesia de Ana Luiza são verdadeiramente inspiradoras, refletindo sua paixão e dedicação à arte. Vamos valorizar e apoiar artistas como ela, que trazem beleza e emoção para nossas vidas.

Biografia:”Ana Blancato é uma fumante desesperada da vida que enquanto traga arte, aspira seus devaneios sem oxigênio suficiente, em poesia. Alimenta-se de fantasias involuntárias que reverberam ilusões em seus olhos ávidos por devorar o que de fato seria real. Assim, sua mente indomável impõe rimas sem pedir licença, remanescendo a Ana, escrever como quem “sangra bonito” – sem papas na língua, sem dosimetria, sua régua é cega mas a escrita é sua terapia.”
visitem suas redes sociais e conheçam um pouco dela.
Instagram: https://www.instagram.com/anablancatovoz
Facebook: https://www.facebook.com/anablancatovoz
Tik Tok: http://@anablancatovoz

Dia do Indio por Johnny Ribeiro

O Dia do Índio, celebrado em 19 de abril, é uma data importante no Brasil e em outros países da América Latina. Essa comemoração foi oficializada em 1943, com o objetivo de conscientizar a população sobre a cultura e os direitos dos povos indígenas, além de reconhecer a contribuição histórica e social dessas comunidades ao longo dos séculos.

História

A escolha da data remonta ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericanos, realizado em 1940, em Patsburg, na Argentina, onde se discutiu a situação dos povos indígenas na América. A ideia era promover o respeito e a valorização das culturas indígenas, que enfrentam desafios e discriminações desde a colonização.

Importância

O Dia do Índio é uma oportunidade para refletir sobre os direitos dos indígenas e as questões que ainda afetam suas vidas, como a luta por demarcação de terras, preservação cultural e proteção dos seus modos de vida. Além disso, é um espaço para promover a educação e a sensibilização em relação à diversidade cultural presente no Brasil.

Celebrações

Em várias partes do Brasil, são organizadas atividades como palestras, exposições, danças, rituais e oficinas que visam celebrar e valorizar a cultura indígena. Essas iniciativas ajudam a estreitar laços entre indígenas e não indígenas, promovendo um diálogo mais respeitoso e informativo.

Tudo isso é o que escutamos e comemoramos, mas se pararmos para pensar, o índio, principalmente no Brasil, teve suas terras roubadas. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, várias tribos e comunidades já viviam aqui; caçavam, pescavam e tinham seus costumes. Os portugueses tomaram o que era deles por direito, muitas vezes à força, por meio de batalhas, enquanto em outras situações usaram presentes que os indígenas não conheciam, enganando-os com objetos que pareciam fascinantes.
Podemos afirmar que foram roubados e ludibriados com presentes falsos. Contudo, vivemos a ilusão de que o Brasil foi “descoberto” e não “encontrado” ou “invadido” pelos portugueses. Essa narrativa é similar em outros países da América, mas a história que aprendemos nas escolas e que permeia o discurso oficial é a de que tudo foi descoberto pelos europeus.
Na era da modernidade, o que pode ser feito para resolver as injustiças do passado? Essa é uma questão complexa. É fundamental promover a educação crítica que aborde a história dos povos indígenas de forma justa, incluindo suas lutas e a resistência cultural. Também é importante apoiar políticas públicas que garantam os direitos territoriais dos indígenas e incentivem o reconhecimento e valorização de suas culturas.
Além disso, o diálogo entre diferentes culturas, respeito à diversidade e a promoção da justiça social são essenciais para construir um futuro mais equitativo e inclusivo.

 

Tiradentes 

Tiradentes, cujo nome verdadeiro era Joaquim José da Silva Xavier, foi uma figura histórica brasileira nascido em 1746, em Minas Gerais. Ele é mais conhecido como um mártir da Inconfidência Mineira, um movimento que buscava a independência do Brasil em relação a Portugal no final do século XVIII.

Uma breve biografia:

  • Profissão e Origem: Tiradentes era dentista, além de ter exercido outras atividades, como minerador e alferes (um posto militar).
  • Movimento Inconfidente: Ele se destacou entre os inconfidentes, um grupo que planejava a independência do Brasil. O movimento foi influenciado pelas ideias iluministas e pelas revoluções americana e francesa.
  • Conspiração e Prisão: Em 1789, a conspiração foi descoberta pelas autoridades coloniais, levando à prisão de Tiradentes e outros membros do movimento.
  • Execução: Tiradentes foi condenado à morte por enforcamento em 21 de abril de 1792. Sua execução foi brutal, e seu corpo foi esquartejado, com partes expostas como um aviso para outros.

Legado

Hoje, Tiradentes é considerado um herói nacional e um símbolo da luta pela liberdade e pela justiça no Brasil. Sua data de morte, 21 de abril, é comemorada como Dia de Tiradentes, feriado nacional no Brasil.

Fazendo Arte – por Rita Cruz

Olá, caro leitor!

É sempre um grande prazer escrever para você aqui no nosso “Cantinho Fazendo Arte” da revista Poesias e Cartas. Aliás, para mim, escrever é sempre um ato de muito prazer. Desde criança, quando ainda não existia as redes sociais, eu exercia essa tarefa da escrita com muito entusiasmo.

Eu escrevia cartinhas para amigos distantes (da mesma cidade ou de fora), enviava cartões com mensagens para desejar feliz aniversário, feliz páscoa, natal ou ano novo…ou simplesmente enviava fotos com dedicatórias para os familiares matarem a saudade.

Para os mais novos que me leem e não imagina o mundo sem a internet, eu explico: Cartas e cartões seria “tipo” os cards que postamos nos stories ou feed hoje em dia.

Pois é… a comunicação só mudou de formas, mas ela ainda se vale dessa grande ferramenta que é a linguagem verbal e escrita. Por isso, eu creio que sempre haverá espaço para essa tríade: escritor, leitor e livro.

Para alguns, escrever é trabalho, para outros é laser, para outros ainda são as duas coisas. Para mim, além dessas duas eu também digo que escrever se tornou uma terapia. Não é à toa que meu primeiro livro tem o título de “Versos, Prosas e Desabafos”.

Meus escritos iniciais foram em uma página do Facebook que tem o mesmo nome e na ocasião que criei, eu tinha o propósito de escrever sobre as situações do dia a dia, da natureza, das pessoas e dos meus sentimentos como por exemplo, meus anseios, dúvidas, questionamentos, protestos…etc.

 Porém escrever também exige tempo e dedicação. Por isto, num determinado momento da minha vida eu não tinha disponibilidade suficiente para exercer esta atividade, visto que era recém-casada, mãe de três filhos, trabalhava fora e além das responsabilidades das tarefas domésticas.

Certo dia, deparei-me com a oportunidade de participar de um concurso de poesia no meu trabalho. Acreditei que poderia ter uma chance de ganhar, então fiz a minha inscrição. Para minha surpresa fui classificada em terceiro lugar e assim também no ano seguinte no mesmo concurso ganhei o segundo lugar. Essa foi a minha maior motivação para voltar a escrever e desde então participei de outros concursos, passei a fazer parte de grupos literários e interagir com escritores locais.

Bem, este é um pequeno resumo da minha história e você poderá conhecer mais sobre ela no nosso Sarau da Casa do Poeta e do Escritor de Ribeirão Preto – CPERP, no próximo sábado, dia 05/04/2025 às 15h, onde serei a entrevistada do mês e falarei um pouco sobre o meu livro. Além disso teremos música com o violonista Raphael Heiji e convidados, leituras e declamações num encontro que une amigos e literatura. A entrada é franca! Você é nosso convidado! Lembrando que as mulheres trazem um prato de salgado ou doce e os homens um suco ou refrigerante! Endereço: Rua Liberdade nº 182/Campos Elíseos. Entrada pelo Museu da Guerra, pelo elevador ou escada – 2º andar.

E por falar em concurso de poesias, vou deixar aqui algumas dicas de concursos literários abertos em Ribeirão Preto e outras cidades. Espero que aproveite e que essas dicas também sejam uma forma de motivá-lo a enveredar-se pelo mundo da escrita e da poesia.

Desejo que tenha gostado do nosso Cantinho Fazendo Arte e das dicas deste mês.

Um abraço e até nossa próxima edição!

 

 

SARAU CPERP EM HOMENAGEM AO MÊS DO LIVRO.

Neste sábado, dia 5/04/25, às 15h, no tradicional Sarau da CPERP bate-papo com a poeta Rita Cruz, autora do livro: “Versos, Prosas e Desabafos”. Na música, teremos o violonista Raphael Heiji e convidados. Músicas, leituras, declamações, um encontro que une amigos e literatura. A entrada é franca! Você é nosso convidado!
Lembrando que as mulheres trazem um prato de salgado ou doce e os homens um suco ou refrigerante!
Endereço: Rua Liberdade nº 182/Campos Elíseos. Entrada pelo Museu da Guerra, pelo elevador ou escada – 2º andar.

CONCURSOS LITERÁRIOS EM ANDAMENTO

 CONCURSO LITERÁRIO DA FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO – 2025 – Prof.ª ZORAIDE ROCHA DE FREITAS

O Concurso Literário Professora Zoraide Rocha de Freitas, criado pela Academia Ribeirãopretana de Letras (ARL), é uma realização da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, com o apoio da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (ALARP), Academia Ribeirão-pretana de Educação (ARE), União dos Escritores Independentes (UEI), Casa do Poeta e do Escritor, Ordem dos Velhos Jornalistas, Proyecto Cultural SUR/Brasil e União dos Trovadores Brasileiros Seção Ribeirão Preto. O projeto é realizado anualmente, desde o ano 2000, e atualmente divide-se em duas categorias:

– Estudantil Regional, realizado em âmbito regional, para alunos de Escolas Públicas e/ou Privadas da cidade de Ribeirão Preto e região, com as modalidades: desenho, poema e conto.

– Adulto, realizado em âmbito internacional, para pessoas maiores de 18 anos, com a modalidade crônica. A temática do concurso é ligada aos homenageados da FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto que nessa edição celebrada Domenico De Masi (in memoriam), Djamila Ribeiro, André Luis de Oliveira e Matheus Arcaro.

Na Categoria Adulto – Modalidade Crônica: O tema desta categoria será “À margem da vida”, inspirado na obra O lado imóvel do tempo, de Matheus Arcaro. Leia o regulamento e inscreva-se no link abaixo:

<https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/concurso-literario>

ACADEMIA PEDRALVA LETRAS E ARTES (Campos dos Goytacazes/RJ)

I CONCURSO DE SONETOS 2025

Inscrição até 31 de maio de 2025

Sonetos Decassílabos (Modalidade Clássica: 2 quadras + 2 tercetos).

Apenas 01 soneto inédito por autor. Temas:

Âmbito Nacional, exceto Rio de Janeiro – “GUIA”

Âmbito Estadual (RJ) “SEMENTE”.

Enviar por e-mail para: Talita Batista – talibatista@gmail.com.

(Texto + identificação completa do autor no corpo do e-mail. Os: não serão admitidos anexos!)

Premiação: 03 vencedores + menções honrosas a serem entregues em sessão festiva durante o 2º semestre de 2025.

O regulamento completo do concurso está no blog, endereço abaixo:

https://academiapedralva.blogspot.com/

CONCURSOS DE TROVAS EM ANDAMENTO PARA 2025:

Entre no link do site Falando de Trovas e veja todos os concursos mencionados abaixo, que estão em andamento:

https://falandodetrova.com.br/index.php/concursos

 

Projeto de Trovas Para Uma Vida Melhor – 2025  (são vários concursos e várias datas)

XXI Concurso de Trovas de Maranguape/CE – até 30.04.2025

II Jogos Florais de Congonhas/MG – até 30.04.2025

XXIII Jogos Florais de Curitiba – até 31.05.2025  

XVII Jogos Florais de Cambuci/RJ – até 31.05.2025

XXVIII Jogos Florais de Porto Alegre/RS – até 30.06.2025

Cartrovas 2025 de Caxias do Sul – até 30.06.2025

XXIV Concurso de Trovas do Clube dos Trovadores do Seridó – CTS e UBT Seção Caicó/RN – até 30.06  

Concurso de Poesias e Trovas da Academia Campinense de Letras – até 30.06.2025

Temos Fome (Poemas/poesias, Gratuito) – Até 28/04/2025

Concurso Literário Júlio César Machado (Poemas/poesias e contos, Gratuito) – Até 30/04/2025

II Coletânea da AIEB & convidados (Poemas/poesias, Livro físico e E-book) – Até 20/04/2025

Brasil Literário (Brasil, Gênero textual livre) – Até 27/04/2025

Coletânea Mães Atípicas – Vol. 2 (Profissionais da área e famílias atípicas, Relatos) – Prorrogado até 30/04/2025

Lendas do Rock Nacional (Contos) – Até 30/04/2025

Chamada Coletânea “Contos em Miniatura” (Minicontos, Gratuito) – Até 30/04/2025

 

 

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