No dia 7 de dezembro de 2025, o Brasil testemunhou o Levante Feminino contra a Violência de Gênero, resposta direta ao crescente número de feminicídios que vêm assolando o país de forma cruel e reiterada. Os protestos se espalharam por diversas cidades, acompanhados de outros movimentos populares que ecoaram o mesmo clamor por justiça e dignidade.
Em Ouro Preto, Minas Gerais, mulheres tomaram as ruas em um ato de coragem e resistência. As imagens e gravações compartilhadas nas redes sociais registram não apenas a força da mobilização, mas também a esperança de um futuro em que nenhuma mulher seja silenciada.
Esse levante traz consigo um chamado essencial: nenhuma mulher deve se calar diante da violência. Denunciar é um ato de proteção e coragem — não apenas para si mesma, mas para todas. O silêncio fortalece o agressor; a denúncia fortalece a vida.
E desse despertar coletivo nasce o Movimento da Sororidade. Mais do que um protesto, é um pacto entre mulheres: de apoio mútuo, de escuta, de fortalecimento e de união. A sororidade é a prática de transformar dor em solidariedade, e solidariedade em força transformadora. O movimento é liderado por Jacilene Arruda, autora do livro Não beba das águas de quem finge matar a sua sede, obra que inspira a construção de uma Nova Terra baseada em respeito, justiça e amor.
Nenhuma mulher deve se calar diante da violência. Denuncie! Ligue para o Disque 180 e faça valer seus direitos.
























Não se justifica de forma alguma, qualquer tipo de violência, principalmente contra as mulheres. Mulheres guerreiras, vocês são bençãos. Devem ser respeitadas e amadas.
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