E chegamos, com muita luta e muita determinação, ao penúltimo mês do ano de 2025. Segundo o nosso calendário, teremos três feriados. Poxa vida, que coisa boa! O ruim é que logo na primeira semana, no dia 2, que é Dia de Finados, vai cair em domingo — então, pessoal, imaginem um feriado perdido sem viagens, sem um final de semana na praia. O dia 15, o Dia da Proclamação da República, é sábado, nem tão perdido assim, né? Pessoas que trabalham aos sábados terão mais um dia na semana para descansar.
Mas, no dia 20, dá para prolongar: Dia da Consciência Negra, um dia bom para reflexão, para olhar se realmente tratamos com dignidade os negros, pois o que eu penso é que a cor não é caráter.
Não se esqueçam daquela promoção que leva embora todo o nosso décimo terceiro, mas isso, meu povo, desejo a todos um excelente mês. E aos homens, não esqueçam de prevenir e fazer o exame de próstata: vão lá sem frescura nenhuma.

1 de novembro dia de todos os santos por Johnny Ribeiro

Para a igreja catolica esta um data para homenagear e honrar todos os santos e santas, celebrado no dia 1 de novembro com uma vigilia que começa no dia 31 de outubro para marcar a transição entre o dia de
todos os santos e o dia de finados.
As datas podem variar dependedndo do pais e suas tradições.
A celebração foi consolidada ao longo da Idade Média pela prática de rememorar os santos cuja vida foi exemplary.
- Propósito e significados:
- Reconhecer as virtudes heroicas: fé, caridade, humildade, coragem.
- Inspirar os fiéis a buscar a santidade em suas próprias vidas.
- Reconectar a comunidade com a história da fé e com a comunhão dos santos (a ideia de que a igreja é uma comunidade que inclui o céu e a terra)
- Tradições associadas:
- Missas especiais em honra aos santos.
Leitura de hinos e orações dedicadas aos santos.
1º de Novembro – Dia Mundial do Veganismo por Jacilene Arruda
No Dia Mundial do Veganismo, celebramos muito mais do que uma escolha alimentar — celebramos uma filosofia de vida baseada no respeito, na compaixão e na sustentabilidade. Criada em 1994 pela Vegan Society do Reino Unido, essa data marca o compromisso de milhões de pessoas ao redor do mundo com um futuro mais ético e consciente.
O veganismo propõe uma ruptura com práticas que exploram os animais, promovendo alternativas que respeitam todas as formas de vida. Ao optar por uma alimentação vegetal, produtos livres de crueldade e hábitos sustentáveis, o vegano contribui para a preservação do meio ambiente, a saúde coletiva e a justiça social.
Neste 1º de novembro, convidamos você a refletir: que impacto suas escolhas têm no mundo? Que hábitos podem ser transformados em gestos de cuidado com o planeta e com os seres que nele habitam?
Seja experimentando uma refeição vegana, assistindo a um documentário, participando de uma roda de conversa ou apenas compartilhando informações, cada ação conta. O veganismo é sobre empatia, e hoje é o dia de celebrá-la.
Veganismo: por eles, por nós, pelo planeta.
Jacilene Arruda é terapeuta holística, turismóloga e autora dos livros “O Poder Mágico da Gratidão”, “Uni-Verso Poético” e “Não beba das águas de quem finge matar a sua sede”.

Dia de Finados – por Johnny Ribeiro
Dia dois de novembro, Dia de Finados, e eu aqui pensando em algumas tradições que ouvi falar, talvez lendas, coisas que não apareçam mais, seria algo bom de acontecer.
Uma lenda no México diz que os entes queridos voltam neste dia para rever seus familiares. Isto seria bom para minha família e para mim também. Imagina só minha mãe abraçando as três filhas que ela perdeu, e aquele medo e pavor todo que ela sente por causa da depressão desaparecesse.
Imagino ela pedindo perdão e as meninas dizendo que ela não errou. Quem sabe minha avó, que eu nunca conheci, venha junto dela e a abrace, dizendo que, por todos os caminhos que ela passou, ela tem que se considerar uma vencedora, criou e educou seus filhos, tem netos e bisnetos lindos.
E, quem sabe, Dona Tereza, uma vizinha nossa que se tornou completamente da nossa família, aquela que eu posso dizer que foi como uma avó para nós, aparecesse; se eu pudesse abraçar o meu grande amigo mais uma vez, ele veria meu filho e a mãe dele se despedisse da forma correta; meu cunhado aparecesse para meus sogros, minha cunhada e minha esposa trazendo aquela velha alegria de antes.
Mas tudo isso é apenas lenda e mito, e talvez fiquemos com medo ou, em alguns casos, entendemos como se fosse coisa da nossa imaginação. Tudo é complicado e misterioso. Mas neste Dia de Finados não deixem de visitar o túmulo dos seus entes queridos; às vezes, por alguns minutos, possamos nos conectar com eles e tentar amenizar a saudade que tanto sentimos. Que possamos honrar as tradições. Para católicos, acender uma vela e fazer uma oração, pedindo para que Deus coloque estes entes queridos em um lugar bom.
Respeitar os mortos e suas tradições é uma homenagem gigantesca àqueles que se foram.
Falta do seu Abraço
E eu que queria tanto o seu abraço
E lembrar dos dias em que a gente brincava
As lembranças que, na minha mente, não se apagam
Minha idade já avançada, e as lágrimas nos meus olhos
É tão doloroso perder um filho
Hoje, neste lugar, vim orar
Peço que Deus esteja cuidando de você
Estamos nos ajeitando; tem dias que fico bem
E até um sorriso sai do meu rosto
Pois a alegria de lembrar de você é imensa
Os anos estão passando
Meus cabelos já estão brancos
Mas eu não me esqueço de você
Um dia vou te reencontrar
E matar toda aquela saudade que guardo no peito
E mesmo sem você aqui, eu ainda sinto o teu abraço me guiar
Nas lembranças que não se vão, eu volto a te encontrar para não te perder
Os meus olhos guardam a tua luz, e o peito aprende a respirara em que a gente se reencontra, volto a sorrir ao te abraçar.
Johnny Ribeiro
Entrevista com Poeta por Rose Giar
Para este mês vamos entrevistar A Escritora e Poetisa Anicacia Osorio direto de Floriano-PI para o mundo se deliciem com esta fabulosa entrevista conheçam um pouco desta mulher fantastica!
Rose Giar:Quem é Anicacia Osório?
Anicacia Osório:Sou uma pessoa simples, verdadeira e autêntica. E embora isso às vezes traga desafios, sei que é essa autenticidade que atrai quem realmente importa.
Rose Giar: Cidade onde nasceu. Cidade onde mora, casada, tem filhos?
Anicacia Osório: Eu nasci em Floriano Pi, onde moro. Mas cresci em Guadalupe Pi, a Cidade Luz do Pi, onde meus bisavós desbravaram a cidade,
Sou casada, tenho dois filhos e dois netos.
Rose Giar: Sua infância, pais, como era sua vida, sua infância?
Anicacia Osório: Sou grata por ter crescido em um local pequeno e tradicional. Embora possa parecer limitado para alguns, essa experiência moldou quem sou hoje e com meus pais a vida também me ensinou valores que carrego comigo. A simplicidade e as raízes profundas da minha infância são parte do que me motiva e me inspira diariamente.
Rose Giar: Qual sua formação escolar e qual seu trabalho?
Anicacia Osório: Com especialização em Gestão e Supervisão Escolar e experiência em metodologias inovadoras aplicadas à educação, estou aprofundando meus conhecimentos no mestrado em Ciências da Educação. Além disso, tenho a oportunidade de coordenar programas educacionais que visam melhorar a qualidade do ensino e inspirar novas gerações. Como motivadora educacional, busco inspirar e empoderar estudantes e profissionais da educação para que alcancem seu máximo potencial.
Rose Giar: Quando a poesia entrou na tua vida?
Anicacia Osório: A poesia entrou na minha vida de forma silenciosa, como uma brisa suave. Desde que me entendi por gente, eu encontrava versos nas entrelinhas da vida: na escola, nas histórias contadas, nas palavras de meu pai. E foi assim que o mundo se revelou em tons únicos, cheios de significado e cor.
Rose Giar: Quais livros que você leu, que marcou ou te influenciou
Anicacia Osório : Desde os 10 anos, fui apresentada à literatura europeia e norte americana através dos livros que meu pai lia: Agatha Christie, Sidney Sheldon . Harold Robbins me cativaram, enquanto na literatura brasileira, Graciliano Ramos foi um dos autores que mais me marcou. Essas leituras moldaram minha visão de mundo e me acompanham até hoje.
Rose Giar:Cite um autor ou escritor que te inspira, porque?
Anicacia Osório: Sidney Sheldon
Seus livros são conhecidos por serem thrillers psicológicos envolventes, com tramas complexas e personagens femininas.
Rose Giar: Quantos anos você tinha quando começou a escrever?
Anicacia Osório :Desde pequena, encontrei refúgio nas palavras. Meu caderninho era o meu santuário, onde colava flores, desenhava e deixava fluir a imaginação. Observava o mundo ao meu redor e transformava tudo em histórias e sonhos. A escrita foi meu refúgio, meu consolo e minha paixão.
Rose Giar: Qual seu estilo poético preferido e o que te inspira a escrever?
Anicacia Osório : Lírico e dramático!
A vida em si é minha musa, com todos os seus sabores e nuances. O respeito, especialmente pelo universo feminino, é o que me inspira a escrever. A delicadeza, a força e a complexidade das mulheres são temas que ecoam profundamente em mim.
Rose Giar: Qual a importância da Literatura na Arte para você?
Anicacia Osório :Para mim, a literatura e a arte são formas de expressão profunda, um canal para extravasar sentimentos e observar o mundo ao meu redor. É uma maneira de dar voz ao que sinto, de transformar emoções em palavras e histórias. Às vezes, o que não consigo dizer em voz alta encontra eco nas páginas.
Rose Giar: O que você acha do uso da Inteligência Artificial (IA) em textos, poemas, letras de músicas?
Anicacia Osório :A inteligência artificial pode ser útil para pesquisas e buscas, mas não consegue substituir a essência humana. A paixão, o sentimento e a emoção são exclusividades do ser humano. Um artista precisa sentir profundamente para criar algo autêntico e impactante. A tecnologia pode ser uma ferramenta, mas a alma da arte vem do coração.
Rose Giar:Quais são suas esperanças e desesperanças com respeito a literatura brasileira no geral?
Anicacia Osório :A literatura brasileira atual está repleta de esperança e diversidade. Uma das principais tendências é a diversidade de vozes, com novos autores emergindo com narrativas inovadoras e perspectivas únicas, trazendo à tona temas como identidade, pertencimento e direitos humanos.
Rose Giar:Qual o papel das mulheres na literatura? Você acha que elas são e foram importantes para a literatura? Como?
Anicacia Osório :A mulher na literatura brasileira tem desempenhado um papel fundamental, trazendo perspectivas únicas. Autoras como: Clarice Lispector, Adélia Prado e Conceição Evaristo; exploram temas profundos e pessoais, abordando questões como maternidade, relacionamentos e empoderamento feminino, oferecendo uma visão autêntica da experiência feminina no Brasil.
Rose Giar: Quanto a mulher e escritora negra, você vê oportunidades à elas no mercado Literário?
Anicacia Osório :Claro que sim! Não tenho nem o que discutir!
Rose Giar: Na sua opinião, o que o escritor ou poeta, precisa fazer pra ser bem sucedido em nosso país?
Anicacia Osório :No Brasil, um escritor ou poeta precisa se dedicar e trabalhar arduamente para ganhar reconhecimento. É necessário criar uma obra consistente, participar de eventos literários, interagir com a comunidade e, muitas vezes, se autopromover para alcançar um público mais amplo.
Rose Giar: E quais são as vantagens e desvantagens de participar de uma Academia Literária Virtual e Física?
Anicacia Osório :Participar de uma academia de letras pode ser benéfico para desenvolver habilidades literárias, estabelecer networking com escritores e profissionais, acessar recursos e eventos, e obter reconhecimento. No entanto, é importante considerar os custos, críticas, compromisso de tempo e expectativas.
Rose Giar: Como a formação acadêmica de Doutora Honoris Causa em Educação influenciou sua prática como professora, pesquisadora e advogada?
Anicacia Osório :O título de Doutora Honóris Causa é uma honraria que reconhece a excelência
e contribuições significativas em uma área específica. Como professora, pesquisadora e advogada, esse título pode contribuir de várias maneiras:
Reconhecimento profissional,
Credibilidade,
Oportunidades,
Inspiração.
Rose Giar:Quais foram os principais temas e motes que levaram Anicácia Osório a escrever A Chave do Passado, e como esse livro dialoga com as questões de gênero que você mencionou?
Anicacia Osório :Escrevi a chave do passado durante trinta e três anos. Foram momentos onde eu, como mulher, comecei a despertar a vontade de levar para o mundo dores vivenciadas no meu entorno. Então, A chave do passado, na verdade, foi e é um antídoto, um remédio pra mulheres que precisam sim acordar e deixar de olhar para o passado.
Rose Giar:De que forma sua atuação como funcionária pública moldou sua visão sobre políticas educacionais e direitos das mulheres?
Anicacia Osório :O serviço público pode moldar a mulher e os direitos dela na sociedade através de políticas de igualdade, educação, representação e proteção aos direitos.
Rose Giar:Quais realizáveis impactos sociais você tem observado a partir das suas obras e projetos, especialmente na comunidade de Floriano, no Piauí?
Anicacia Osório :Tenho observado que, na minha região, existem dois lados: o positivo e o negativo. No lado positivo, muitas pessoas me viram com outros olhos e me aplaudiram, reconhecendo meu trabalho. Já no lado negativo, há pessoas contrárias que acham que eu não posso, que eu não consigo e que eu devo sempre ficar presa num mundo onde não existe mais e não cabe mais ninguém.
Rose Giar:Em que momento você percebeu que poderia exercer liderança na Academia Mundial de Letras da Humanidade, na seccional de Floriano e na FEBACLA, e quais objetivos você pretende alcançar nessas instituições?
Anicacia Osório :Hoje, sinto-me capaz e determinada a contribuir significativamente para a academia, especialmente na AMLH, Seccional de Floriano, onde estou pronta para colaborar e compartilhar meus conhecimentos e experiências. Sou bem aceita pelos colegas. Embora minha participação na FEBACLA seja menos ampla, estou comprometida em contribuir de acordo com minhas possibilidades.
Rose Giar:Como a sua experiência como compositora e poetisa enriquece a sua escrita literária e acadêmica?
Anicacia Osório :A competição na música é intensa, mas eu encontrei na poesia e na escrita uma forma de expressar minha criatividade e me destacar. Explorar diferentes formas de arte me levou a novas oportunidades e experiências enriquecedoras. A poesia escrita complementa minha paixão pela música e me permite expressar meu eu pessoal de maneira autêntica.
Rose Giar:Quais foram os maiores desafios enfrentados para ser reconhecida com prêmios como Inovare (2023 e 2024) e o Destaque do Nordeste Impulsão, Marketing e Publicidade (2024/2025), e o que esses reconhecimentos significam para você pessoalmente e para a região?
Anicacia Osório :Ser reconhecida como escritora foi incrível, mas também enfrentei desafios. Quero mostrar ao público que me segue e aos que vão me seguir que o meu lado mulher e humano é uma fonte de inspiração e empoderamento, e inspirar outras pessoas a serem autênticas e se orgulharem de quem são.

Rose Giar: Quais relações de gênero, trabalho e sexualidade você explorou em A Chave do Passado que você acredita serem particularmente relevantes para leitores jovens hoje?
Anicacia Osório :Quero inspirar as pessoas a serem autênticas e a assumirem suas emoções, dores, perdas e medos. Para os jovens, é importante abraçar seus sentimentos e transformá-los em força e inspiração. Acredito que a autenticidade e a coragem podem ajudar a encontrar o próprio caminho na vida.
Rose Giar:Quais projetos ou iniciativas futuras você está desenvolvendo para promover educação, cidadania e igualdade de gênero na região de Floriano e no Nordeste?
Anicacia Osório :A escrita é um caminho desafiador, especialmente no meu município e no Nordeste, onde a leitura ainda é um desafio. Mas não vou desistir. Água mole em pedra dura, né? Vou seguir em frente, tentando alcançar meu público, mesmo que seja fora daqui. Acredito que a persistência e a paixão pela escrita vão valer a pena.
Rose Giar: No nosso meio poético existem inumeros poetas que não se tem um reconhecimento merecido, destes poetas Anônimos que você conhece qual deles é aquele que os versos te fazem arrepiar?
Anicacia Osório :Mesmo na minha pequenez, eu tenho ajudado esses escritores de alguma forma, dando voz e visibilidade ao trabalho deles. E sabe o que é mais incrível? Eu também acabo sendo ajudada nesse processo. É uma troca, um ciclo de apoio e inspiração mútua. Ao ajudá-los, eu também encontro força e motivação para continuar seguindo em frente. Cada escritor tem uma forma única de chamar atenção e tocar o coração das pessoas, de dar arrepios e fazer sentir que há inspiração no ser deles. É incrível como suas palavras podem transformar e impactar vidas.
Rose Giar:Onde os nossos leitores podem comprar seus livros?
Anicacia Osório :Se vocês quiserem conhecer melhor meu trabalho, podem me seguir no Instagram: @anicaciaosorio. Lá, vocês poderão apreciar minhas postagens e se conectar comigo de forma mais próxima. Quero destacar que meu segundo livro, especialmente direcionado às mulheres, mas não exclusivo, teve um lançamento incrível aqui em Floriano, com 100% de vendas. Hoje, meus livros estão disponíveis nas principais plataformas digitais:Amazon, Ponto Frio, Casas Bahia e Estante Virtual e claro, na Hexa Editora. Quem se interessar por: O Despertar Amor e Redenção, pode encontrar facilmente acessando a minha bio no meu Instagram.
Rose Giar: Deixe ´para nós suas redes sociais
Anicacia Osório :Instagram: @anicaciaosorio
Rose Giar:Deixe uma mensagem de incentivo para nossos leitores que querem publicar seu primeiro livro.
Anicacia Osório :Se você tem vontade de escrever e lançar um livro, eu diria: tente! Não é fácil, mas vale a pena. A escrita é uma forma de se conectar consigo mesmo e com os outros. Quando escrevemos, estamos compartilhando uma parte de nós, e isso pode tocar profundamente as pessoas. Se você gosta de ler e observar o mundo com curiosidade, provavelmente vai se conectar com o lado humano da escrita e dos escritores. Então, não hesite em começar a escrever e compartilhar sua visão com o mundo!
Contos Picantes por Cavaleiro do Amor
A morena – Parte Final
A minha conversa com meu sócio é rápida, mas ele não deixa de reparar o cheiro do perfume dela e o quão bonita ela é. Um comentário de quem é ela e como ela é surge; eu disfarço e falo:
“Esses bancos só querem nosso dinheiro.” Ele sorri e logo vai embora da sala.
Minha intenção é ligar e não esperar até as 15 horas; essa morena está me deixando doido, e eu ligo para ela.
-Olá, aonde você está?
Ela não responde e, depois de 20 minutos, chega a sua resposta.
-Oi, mas ainda não são 15 da tarde.
-Te quero agora!
-Hum, te deixei louco, né?
-Me envia a sua localização agora!
-Claro, com esse seu jeito mandão, macho alfa, me deixou toda molhada.
Mariana envia a localização; eu vou ao encontro dela, todo excitado, não conseguindo controlar essa vontade de ver que coisa alucinante.
Chego no local e ela vem; abro a porta do carro, ela entra e saímos. Ela pergunta:
-Aonde você vai me levar?
-Vou te levar para ver estrelas.
-Hum.
-Meu celular toca: é a minha secretária.
-Senhor Ricardo, tem pessoas querendo falar com o senhor.
-Cancele toda a minha agenda de hoje; tive um imprevisto e não volto hoje para a empresa.
Mariana me olha, sorri e pega o seu celular, dizendo:
-Então vai ser meu o dia todo?
-Com certeza; vou matar a vontade que me deu ontem.
-Então sou toda sua, desligando o celular, e é um presente para você.
Mariana tira toda a roupa, ficando apenas de lingerie. Nas calças, o meu membro rígido fica louco olhando aquela mulher no banco do meu carro e o seu cheiro maravilhoso.
-Vamos fazer loucuras, e a primeira é esta: estou louca por você, quero sentir essa boca gostosa na minha xota novamente.

E eu a levo a um motel na zona leste da cidade, chamado Coliseu, o qual ela se encanta com a suíte. Ela me beija e começamos a nos tocar. Eu a pego no colo e vamos para a cama, beijo por todo o corpo; seus seios de tamanho médio arrepiados, a barriga com um piercing no umbigo, o gostinho de morango naquele corpo moreno e aquela fruta toda molhada. Esparramo aquele saboroso mel e eu caio de boca, experimentando todo o sabor dos deuses. Seus gemidos me excitam ainda mais. Mariana me empurra, caio de boca em cima do meu menino rígido; que maravilha sentir novamente aquela boca, como ela sabe chupar! Parece que ela sabe como eu gosto. Ela me olha nos olhos com o olhar atrevido, briga e sorri, mordendo delicadamente a cabeça. E eu seguro o seu rosto e lhe dou um beijo gostoso, com vontade; ela corresponde.
Coloco-a deitada, abro suas pernas e a penetro suavemente, fazendo movimentos de vai e vem, rápidos e fortes; ela delira de prazer. A cada movimento, ela arrebita a bunda; fazemos amor, ela geme e me excita a cada grito, tapas na bunda e puxões de cabelo. A gente se entrega de corpo e alma; aquele momento é intenso. Ela, por cima, me olha nos olhos e goza; eu também gozo. Ela deita em meu peito, sorrindo, beijando-me, e diz:
-Atendi às expectativas?
-Com certeza.
-Que ótimo.
Passamos um dia inesquecível, onde nos amamos, comemos e conversamos; naquele dia nasceu algo diferente de apenas sexo. Ficamos mais que amigos, e o ciúmes começou a despertar entre nós dois. Nós nos queríamos todos os dias; apenas a gente bastava um para o outro. E, passado algum tempo, éramos namorados e, depois de dois anos, estávamos entrando na igreja e hoje temos um filho; o nosso fogo, um pelo outro, continua com mais intensidade, e cada dia é mais gostoso.
14 de Novembro dia do bandeirantes por Daya Ribeiro
- O Dia do Bandeirante é comemorado em 14 de novembro, em homenagem à criação da cidade de Santana de Parnaíba (SP), em 1625, que se tornou um ponto estratégico para as expedições dos bandeirantes. A data também coincide com a instituição do Dia Nacional da Alfabetização.
- Origem da data: a escolha de 14 de novembro está ligada à elevação de Santana de Parnaíba à condição de vila, uma cidade que servia como ponto de partida e de abastecimento para as expedições que desbravaram o interior do Brasil.
- Bandeirantes: esses exploradores foram figuras centrais do período colonial, conhecidos por suas expedições em busca de metais preciosos, pela captura de indígenas e pela fundação de novas vilas e cidades.
- A história dos bandeirantes, que exploraram o interior do Brasil entre os séculos XVI e XVIII, envolve a expansão territorial, a busca por metais preciosos e a escravização de indígenas. Essas expedições, chamadas de bandeiras, foram fundamentais para expandir os limites do território brasileiro para além do Tratado de Tordesilhas e para a descoberta de ouro em Minas Gerais, por exemplo; porém também foram marcadas pela violência contra as populações indígenas.
- Eu fico aqui pensando: será que esses bandeirantes foram heróis? Ou bandidos vindo de Portugal? Conquistando territórios para a coroa portuguesa, levando nosso ouro embora e escravizando a comunidade indígena, os livros contam uma verdade que temos de acreditar, mas se pesquisarmos a fundo vamos conhecer outra realidade.
- Sinceramente, a história do nosso país foi moldada para favorecer pessoas que talvez não tenham sido de fato heróis, e sim ladrões que roubaram o nosso país.
- Os bandeirantes mais famosos buscavam principalmente povos indígenas para escravização, além de metais preciosos como ouro, prata e pedras preciosas.
- As expedições dos bandeirantes, que partiam majoritariamente de São Paulo, tinham diferentes focos:
- Apresamento de indígenas: inicialmente e por um longo período, o principal “bem” visado era a mão de obra indígena. Os bandeirantes atacavam aldeias e missões jesuítas para capturar e escravizar os índios, que eram posteriormente vendidos ou usados em suas lavouras. Antônio Raposo Tavares foi um líder conhecido nesse tipo de expedição.
- Prospecção mineral: com o tempo, a busca por riquezas minerais tornou-se um objetivo central. Bandeirantes como Bartolomeu Bueno da Silva (o Anhanguera) e Fernão Dias (o “caçador de esmeraldas”) organizaram expedições longas e perigosas especificamente para encontrar ouro, prata e pedras preciosas, o que levou à descoberta de minas em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
- Sertanismo de contrato: alguns bandeirantes também foram contratados para perseguir escravos africanos fugitivos e destruir quilombos, como foi o caso de Domingos Jorge Velho, responsável pela destruição do Quilombo dos Palmares.
- Em resumo, os bens mais procurados pelos bandeirantes eram pessoas (indígenas para escravização) e riquezas minerais, que eram as principais fontes de lucro e riqueza na época.
Através do Caleidoscópio
Por Carlos Lopes
No giro de hoje, “Proclamação da República: Verdades e Mentiras”
A história oficial conta que, em 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca saiu às ruas, depôs o Imperador e proclamou a República. Bonito, solene, patriótico. Um quadro pintado com cores fortes, bandeiras tremulando e o povo vibrando. Mas quem olhar através do caleidoscópio percebe outra imagem: não houve multidões nas ruas, não houve consulta popular, não houve festa — e, para ser direto, muita gente nem sabia o que estava acontecendo.
Se quisermos falar de verdade, a Proclamação da República não foi um ato popular. Foi um golpe militar apoiado por elites agrárias, pela maçonaria e por grupos que queriam tirar o poder das mãos de um imperador que, mesmo sendo um monarca, tinha mais simpatia do povo do que boa parte dos políticos de sua época. Dom Pedro II estava adoentado, cansado, mas ainda era amado por muitos brasileiros. A República nasceu sem voto e sem voz.
E aqui começa o primeiro incômodo:
Se o povo não pediu, se o povo não participou e se o povo nem mesmo entendeu — podemos realmente chamar isso de Proclamação?
A palavra “república” vem do latim res publica, “coisa do povo”. O nome é bonito. A prática, nem sempre. A nossa República nasceu elitista, urbana, militarizada. E permanece, até hoje, com traços fortes desse DNA.
Por décadas, as eleições não eram diretas, o voto não era secreto e mulher não tinha direito de participar. Durante o período da chamada “República Velha”, votos eram comprados, manipulados e negociados como gado. “Voto de cabresto” não é expressão poética — é resumo histórico.
Então vamos encarar outra pergunta desconfortável:
Se uma República exclui a maioria, ela é realmente República?
Ou é apenas outra forma de poder com a mesma coroa, só que sem joias na cabeça?
VERDADES QUE A ESCOLA RESUME, MENTIRAS QUE A POLÍTICA REPETE
A narrativa nacional gosta de simplificar.
Porque simplificar é mais confortável do que encarar as rachaduras do passado.
A verdade incômoda é que a Proclamação da República não libertou o Brasil de oligarquias — apenas trocou os sobrenomes dos comandantes. Famílias poderosas continuaram no poder, seja no Império, na República Velha, na Ditadura, na Nova República e, pasme, continuam até hoje.
Brasil é um país moderno com hábitos antigos.
E quando o passado é mal contado, o presente aprende errado.
Nas ruas, ouvimos a frase:
“Precisamos proclamar a República de novo.”
Há estados falando em independência, grupos falando em intervenção, facções criminosas impondo leis próprias, milícias criando “repúblicas paralelas” onde mandam mais que o Estado.
É duro dizer, mas em muitas regiões do país, a República não manda nada.
E se não manda, ela existe?
Hoje, quem anda pelos morros do Rio de Janeiro, por regiões do Norte dominadas por garimpo ilegal ou por cidades controladas por milícias e facções, percebe uma verdade simples e brutal:
A Constituição não chega aonde o Estado não pisa.
Há lugares onde traficantes controlam horário de funcionamento de comércio, regras de convivência, punições e cobranças. Há bairros onde o “governo” é um homem armado, não uma instituição pública.
Isso é república?
Ou é um feudo moderno?
E há um detalhe curioso: muita gente só reclama do poder paralelo quando ele atrapalha sua própria convivência. Se o crime traz “paz”, muitos aceitam.
Da mesma forma que, em 1889, muitos aceitaram a República porque achavam que não faria diferença.
E, para muitos, não fez.
A CORRUPÇÃO É HERANÇA DO IMPÉRIO? NÃO. MAS A REPÚBLICA NÃO CURA SOZINHA
Outro mito é romantizar o Império e demonizar a República.
Nem todo passado é lindo, nem todo presente é horrível.
Corrupção não nasceu em 1889. Mas a República brasileira falhou em um ponto essencial: educar o povo para ser o dono da coisa pública.
Porque quando o povo não sabe que o país é dele, ele não cobra.
E quem não é cobrado, faz o que quer.
A corrupção se fortalece onde o cidadão é fraco.
Onde a escola ensina datas e decora nomes, mas não ensina consciência.
Onde a política se vende como futebol: torcidas, brigas, idolatria — e não fiscalização, participação, dever.
E é por isso que escândalos de corrupção se repetem como feriados nacionais: mensalão, petrolão, rachadinhas, obras superfaturadas, deputados comprados, prefeitos presos, governadores cassados…
Cada governo promete “nova República”.
Mas nenhuma transforma o país sem transformar o povo.
AFINAL, A REPÚBLICA VALEU A PENA?
Claro que sim.
Mesmo com falhas, a República permitiu avanços: direitos trabalhistas, voto feminino, eleições diretas, liberdade de imprensa, Constituição cidadã, acesso à educação, conquistas sociais.
A questão não é se valeu — é se fizemos o suficiente com ela.
Proclamar é fácil.
Executar é difícil.
Manter é trabalho diário.
Quando olhamos para os estados que ameaçam “se separar”, para políticos que se comportam como reis, para criminosos que comandam territórios, para juízes que confundem justiça com protagonismo, percebemos que o problema não é o modelo:
o problema é a prática.
E então surge outra pergunta, mais madura e necessária:
A República foi proclamada em 1889. Mas ela já chegou ao coração do povo?
REPÚBLICA NÃO É FERMENTO. NÃO CRESCE SOZINHA.
Muitos brasileiros ainda enxergam o governo como algo distante, como se Brasília fosse outro planeta.
Mas não é.
República é voto, imposto, escola, hospital, esquina, bairro, praça, ônibus, farmácia.
República é o que acontece na rua em que você mora.
Se a rua está abandonada, a República também está.
Se a escola é fraca, a República é frágil.
Se a saúde não funciona, a República adoece.
E aí voltamos ao princípio:
Se o povo não participa, se o povo não fiscaliza, se o povo não exige — ainda estamos esperando pela Proclamação.
O FUTURO QUE NÃO CABE NOS LIVROS
Não se trata de derrubar governo, de criar independência estadual ou de sonhar com salvadores da pátria fardados.
Toda vez que o Brasil tentou “atalho político”, pagou caro com censura, morte, pobreza e atraso.
A verdadeira República não é militar nem monárquica.
É cidadã.
Ela nasce quando o povo entende que tem poder.
Ela cresce quando a educação liberta.
Ela funciona quando o cidadão deixa de ser súdito e se torna responsável.
E aqui vai uma verdade que incomoda e liberta ao mesmo tempo:
A Proclamação da República não terminou em 1889.
Ela apenas começou.
Cada geração precisa proclamá-la de novo.
Não com fuzis.
Não com golpe.
Não com ódio.
Mas com consciência, justiça, voto limpo, cobrança, participação, ética, e principalmente, educação.
A República que queremos não é a dos livros, nem a dos slogans, nem a dos discursos em palanques.
É a República que chega até o último beco, a última escola, o último trabalhador.
Enquanto isso não acontecer, a pergunta continua ecoando, incômoda, urgente e necessária:
Será que o Brasil já vive uma República —
ou apenas fingimos que proclamamos uma?
Até o próximo giro!
Carlos Lopes
CRP 04/49834
A REPÚBLICA QUE AINDA NÃO CHEGOU
Proclamaram a República sem povo na praça,
foi golpe discreto, silêncio na fumaça.
Tiraram a coroa, mas não o poder,
trocaram os nomes, deixaram o viver.
Nasceu sem berço, sem voto, sem voz,
e até hoje perguntam: “Ela existe entre nós?”
A República é pública, é coisa do povo,
mas o povo só entra no discurso, de novo.
Nos becos, milícias regem a lei,
no morro, o Estado some, eu sei.
Há bandeiras fechadas, atrás das janelas,
e constituições que não chegam a ela.
Corrupção tem raízes profundas no chão,
cada escândalo vira nossa educação.
Se a rua está suja, a República cai,
se a escola é fraca, ninguém nos traz paz.
Não basta um decreto, não basta um grito,
República é prática, dever infinito.
E a pergunta, ardente, não quer se calar:
Proclamamos a República…
ou ainda estamos a esperar?
Carlos Lopes
Direitos Autorais Reservados
Lei 9.610/18
Dia da Bandeira
No dia 19 de novembro, comemoramos o 135º aniversário da criação da Bandeira do Brasil, símbolo maior de nossa Nação, que reflete toda a nossa história, conquistas e valores.
E nós, brasileiros, honramos a nossa bandeira?
Aquela que representa o nosso país?
Suas cores significam traços de nosso país e, por vezes, nem damos valor a isso.
Comemorou-se o Dia da Bandeira do Brasil; essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889.
A simbologia criada para decretar o fim do império e o início da República.
De tantos que sofreram para conseguir a nossa independência, para que saíssemos de um império colonial que nos roubou, lutamos para sermos uma bandeira nova, com novos planos e novos sonhos de ir mais longe, de não termos um rei.
Mas, de fato, nosso patriotismo é pouco, pois hoje, no século XXI, vemos alguns odiarem a bandeira de outro país e dizerem que nosso país não presta.
Um país corrupto, onde seus próprios presidentes dizem mentiras ao povo.
No dia 19 de novembro, vamos agradecer pelas nossas cores vibrantes, representar o nosso povo, agradecer por todos os estados e tentar nos manter unidos pelo Brasil.
Nossa bandeira é linda e nós a tornamos feia com tantas injustiças e medos.
Temos que ser brasileiros guerreiros e honrar cada dia mais a nossa bandeira.
Dia da Alfabetização por Luciane Cunha
O dia nacional da Alfabetização é comemorado em 14 de novembro , data alusiva a fundação do Ministério da Educação (14 de novembro de 1930).
Segundo dados recentes do IBGE ( Censo 2022 ), a taxa de analfabetismo vem diminuindo no Brasil, especialmente entre pessoas de 15 anos ou mais (Fonte IBGE – Educa).
Isso nos mostra avanços significativos onde a leitura e escrita assumem um papel primordial.
Para os educadores, é muito prazeroso ver a criança avançando nos níveis de alfabetização, no seu processo de leitura e escrita .
Certamente, quanto mais estímulos e convivência em ambientes lúdicos e literários houver , mais interesse e apreço poderão ser despertados.
Nesse sentido, é lindo ver o crescente número de clubes de leitura, bibliotecas comunitárias, academias literárias, enfim, em todas as faixas etárias, há um movimento que luta para valorizar cada vez mais o saudável hábito de ler e escrever.
Sem dúvida, para as crianças, esse é um valioso presente.
As escrituras sagradas dizem : ” Ensina a criança no caminho que deve andar e , até quando envelhecer, não se desviará dele.”
Portanto, vamos conduzir , com amor e dedicação, todas as crianças ao maravilhoso caminho da leitura e escrita.
Luciane Cunha
Novembro Azul
Novembro Azul é uma campanha de conscientização sobre a saúde masculina, com foco especial na prevenção do câncer de próstata. Aqui vão os pontos principais:
- O que é: uma mobilização global (com origens no Brasil) marcando o mês de novembro com ações de educação, prevenção e detecção precoce.
- Objetivo: incentivar homens a realizar exames de triagem, conversar sobre saúde, mudar hábitos de vida que aumentam o risco e buscar orientação médica.
- Exames importantes:
- PSA (antígeno prostático específico) no sangue, com orientação médica sobre a periodicidade.
- Exame de toque retal pode ser recomendado pelo médico, de acordo com a idade e o histórico.
- Avaliações gerais de saúde: pressão arterial, colesterol, peso, hábitos de alimentação e atividade física.
- Hábitos saudáveis que ajudam na prevenção:
- alimentação balanceada (frutas, verduras, grãos integrais).
- prática regular de atividade física.
- evitar tabaco e reduzir consumo de álcool.
- manter peso saudável.
- Sinais que devem levar à consulta médica (não são exclusivos do câncer de próstata, mas justificam avaliação): dificuldade para urinar, necessidade de urinar com frequência excessiva, sangue na urina, dor pélvica ou nas costas.
Fazendo arte por Rita Cruz
Olá caro leitor!
Já estamos nos aproximando do final do ano. O comércio já começou a chamar a atenção dos consumidores para a famosa black friday, as pessoas já estão circulando com maior frequência nas lojas, o panetone já está ganhando um lugar de destaque nas prateleiras e o clima natalino já está tomando conta dos ambientes com seus pisca-piscas.
A cultura também se prepara para festejar: os corais estão ensaiando seus últimos arranjos natalinos, as crianças das escolas nos últimos preparativos para as apresentações, os artistas das ruas com seus tons coloridos vermelho e verde e o Papai Noel já prepara sua barba branca e o seu saco de presentes, balas e pirulitos. Enfim…esse é o clima do mês de novembro, que antecede as festas natalinas, porém, falando em novembro, dia 20 celebramos o dia da Consciência Negra.
Muitos artistas, escritores, poetas e personalidades negras da nossa cidade e de várias partes do Brasil, são convidados para irem em escolas, espaços culturais e midiáticos para debaterem sobre esse tema.
Aqui no nosso cantinho Fazendo Arte, temos algumas dicas de cultura e arte para que você possa aproveitar o seu tempo com alegria, diversão e muita consciência. Você pode conferir a agenda logo abaixo. Aproveite as dicas e participe das atividades para celebrar esse mês da Consciência Negra!
Um abraço e até nossa próxima edição!
TROVAS – Consciência Negra
“Só sabe na realidade
o que é ser livre na vida,
quem tem hoje a liberdade
que um dia foi reprimida!”
Rita Cruz
“Celebrando a consciência
de viver a liberdade
acredito na ciência
e na busca da igualdade!”
Rita Cruz
AGENDA CULTURAL NOVEMBRO – CONSCIÊNCIA NEGRA
- Feira Preta2025: Feira para exposição e comercialização de produtos de empreendedores negros, com atrações culturais.
Data: 22 de novembro, das 9h às 17h.
Local: Praça XV de Novembro, Centro – Ribeirão Preto
Fonte: https://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/portal/noticia/secretaria-da-cultura-e-turismo-abre-cadastramento-de-expositores-para-a-feira-preta-2025
OFICINA – Danças Brasileiras: Inspirado nas culturas tradicionais brasileiras e nas danças de matriz afro, Robson Marx propõe uma roda de dança aberta, celebrando o mês da Consciência Negra e os saberes corporais que constroem a identidade do Brasil. A atividade integra conversa, prática e experimentação, convidando o público a reconhecer no próprio corpo as memórias, ritmos e gestos que atravessam nossa história cultural.
Data: 8 de novembro – sábado, 10h
Local: Centro Cultural Sesi Ribeirão Preto.
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: Contos e encantarias antirracistas. A contação de histórias musicada da Cia. Pé do Ouvido busca despertar o interesse das crianças pelas culturas africanas, fomentando o antirracismo através da beleza das narrativas e cantigas tradicionais, aliado ao protagonismo de uma artista negra no palco.
Data: 9 de novembro – domingo, 16h
Local: Centro Cultural Sesi Ribeirão Preto.
Fonte: SESI Ribeirão: https://ribeiraopreto.sesisp.org.br/noticia/agenda-cultural-do-sesi-ribeirao-preto-celebra-a-diversidade
PROGRAMAÇÃO SESC RIBEIRÃO PRETO: Ações para Cidadania bate papo atividade presencial.Como não ser racista Com Cristian Sobral. Mediação de Iuliana Souza.
Data: 06 de novembro 19:30h
Local: Auditório do Sesc Ribeirão Preto
Fonte: SESC Ribeirão: https://www.sescsp.org.br/programacao/como-nao-ser-racista/
PROGRAMAÇÃO SESC RIBEIRÃO PRETO: Sarau com Marcelo Vinicius Domingos. Mediação Maria Helena R de Oliveira.
Data: 07 de novembro 19:30h às 21h
Local: Biblioteca Sesc Ribeirão Preto
Fonte: SESC Ribeirão: https://www.sescsp.org.br/programacao/sarau-da-biblioteca-6/
Horóscopo & Cia por Jacilene Arruda
Horóscopo de novembro de 2025 para todos os signos:
♈ Áries
Evite impulsos verbais. Mercúrio retrógrado pode gerar mal-entendidos. Foque em revisar projetos e fortalecer vínculos com mais escuta.
♉ Touro
Revisões financeiras e emocionais. É hora de repensar investimentos e relações. Evite decisões precipitadas e cultive estabilidade.
♊ Gêmeos
Comunicação em destaque. Com Mercúrio retrógrado, revise contratos e mensagens. Evite discussões e priorize o diálogo consciente.
♋ Câncer
Autocuidado e rotina. Reorganize hábitos e cuide da saúde emocional. Evite sobrecargas e respeite seus limites.
♌ Leão
Revisão de metas criativas. Reflita sobre seus projetos e paixões. Evite confrontos e cultive leveza nas relações.
♍ Virgem
Família e raízes em foco. Questões domésticas pedem atenção. Reorganize o lar e evite cobranças excessivas.
♎ Libra
Relacionamentos em revisão. Vênus em tensão com Júpiter e Plutão pode gerar expectativas irreais. Pratique o equilíbrio e o diálogo.
♏ Escorpião
Transformações internas. Sol em seu signo até 22/11 favorece renascimentos. Mercúrio retrógrado pede introspecção e cautela.
♐ Sagitário
Expansão com consciência. O Sol entra em seu signo dia 22, trazendo energia. Mas Mercúrio retrógrado exige revisão de planos e palavras.
♑ Capricórnio
Foco em finanças e carreira. Reavalie metas profissionais e evite decisões impulsivas. O mês pede estratégia e paciência.
♒ Aquário
Revisão de crenças e estudos. Questões filosóficas e acadêmicas ganham destaque. Evite debates acalorados e cultive escuta ativa.
♓ Peixes
Intuição e profundidade. O mês favorece mergulhos emocionais e cura interior. Evite se perder em expectativas e pratique o desapego.
Acompanhe as fases da Lua em novembro e descubra como aproveitar a energia de cada momento:
Lua Cheia – 05 Nov 2025 – 10:19 momento de colheita, clareza emocional e celebração.
Lua Minguante – 12 Nov 2025 – 02:28 propícia para limpeza, desapego e encerramentos.
Lua Nova – 20 Nov 2025 – 03:47 ideal para iniciar projetos, plantar intenções e renovar energias.
Lua Crescente – 28 Nov 2025 – 03:58 favorece crescimento, ação e desenvolvimento de ideias.
Jacilene Arruda é astróloga e numeróloga, escritora na Revista Poesias e Cartas
Instagram @evolucaoeconhecimento
Contato +55 31 99531-5732













