Clara leva Leandro para casa e aquela moça baixinha gosta de correr em sua moto. Ela acelera pelo centro da cidade, Leandro a agarra, ela sorri e, quando chegam à casa de Leandro, diz:
-E aí, meu bem, você se assustou?
-Só um pouco.
-E nem corri muito; esta moto é fraquinha. Logo vou ter uma moto maior aí você vai se assustar mesmo.
-Eu me acostumo rápido, não se preocupe.
Eles se abraçam, se beijam. Ela diz:
-Vou embora se não a polícia aparece e me pega com uma criança e me prende.
Leandro sorri e diz:
-Não se preocupe; depois dos 15 anos já não é mais crime.
-Ah, que bom, eu já vou.
-Não quer entrar?
-Já é tarde; sua mãe vai querer me matar se me ver com o bebê dela.
-Haha, minha mãe não, mas minha irmã já está na janela olhando. Vai com cuidado e me liga quando chegar.
-Sim, mando. Obrigado pela noite.
-Eu que agradeço.
Clara vai embora e Leandro fica pensando em como foi bom, mas talvez tenha sido apenas uma vez.
Se passam 20 minutos; Leandro, em sua cama, lembrando dos beijos de Clara, recebe uma chamada no telefone. Era ela.
-Cheguei, ta!
-Ótimo.
-Gostou mesmo de hoje, Lê?
-Sim, mas acho que foi só uma vez, né?
-Por que você acha isso?
-Ah, sei lá… você é mais velha, vai querer o quê comigo, que ainda estou terminando o colegial.
-Sabe que eu gostei muito de você, do seu jeitinho tímido, dos seus poemas sobre estrelas, ou talvez aquele que você disse que deu a uma menina e ela leu e rasgou.
-Sério?
-Sim, parece que sua alma está nas palavras; todo o seu sentimento foi descarregado, que fez do poema uma verdadeira poesia.
-Ótimo; então eu vou te ver novamente?
-Sim, pode ser amanhã?
-Podia ser agora.
-Já está apaixonado, é?
-Não sei; preciso aprender o que é paixão, porque ainda acho que amor e paixão são a mesma coisa.
-Nós vamos aprender a diferença ainda, porque eu também não sei diferenciar os dois.
A conversa se estende por horas, discutindo vários assuntos, e ela conta a Leandro que teria que ir para a faculdade no meio da semana e ficaria sem vir por um mês, pois precisava estudar para as provas, e eles combinaram de se ver todos os dias até ela ir embora.
No dia seguinte, por volta das 10 da manhã, Leandro está no trabalho e ela chega sorrindo; ele sorri para ela e o cumprimento dos dois é um beijo na boca e um abraço.
-Durmiste bem?
-Sim, até sonhei com você.
-Depois eu é que estou apaixonado.
Clara sorri e pergunta:
-Você trabalha direto, não tem folga?
-Sim, é amanhã.
-Almoça comigo então.
-Almoço sim; aonde vamos?
-Na minha casa, ué.
-Ok, mas tenho vergonha.
-Não é necessário ter; e a que horas você sai hoje?
-Hoje às 17; depois vou para a aula.
-Não sai antes de eu chegar para te dar um beijo.
Clara vai embora e o chefe de Leandro, Roberto, comenta:
-Tá bem na fita, menina bonita. Pelo que sei, a família é boa.
-Você já conhecia a família dela?
-Sim, a tia dela sempre falava dela para a gente, da educação; mas ela tinha um namorado, o qual não era uma boa pessoa e fez muito mal para ela.
-O que mais você sabe?
-Ela ficou muito mal, demorou para se recuperar e, pelo que sei, até tentou se matar.
-Nossa, coitada.
Roberto faz uma brincadeira, dizendo:
-Agora que ela está bem, conheceu um homem virgem.
Leandro fica bravo, mas sorri e sai andando.
O dia vai passando até as 16:55, quando Clara chega e fica esperando dar 17 horas, sentada em sua moto com o capacete na mão. Ela diz a Leandro:
-Por que você não falta da aula hoje e fica comigo para escrever um pouco juntos?
-Ótima ideia, mas eu preciso ir em casa tomar banho, trocar de roupa, tentar ficar cheiroso para você.
-Vamos então, sobe.
Ela o leva para casa. Leandro o convida para entrar, mas ela diz:
-Vamos fazer um acordo: eu e você?
-Qual seria?
-Por enquanto não quero conhecer sua família.
-E por que eu tenho que conhecer a sua?
-Minha tia e minha mãe já são clientes da peixaria; já te conheceram e eu já perguntei muito sobre você. Pode ser assim?
-Ok, mas você vai ficar aqui fora?
-Faz assim: daqui a 20 minutos eu volto, ok?
-Tá tudo bem.
Ela sai e ele entra procurando um jeito de tirar todo aquele cheiro ruim do corpo: detergente, desinfetante, limão com pó de café que passam nos braços. O cheiro ameniza; um bom banho com um sabonete cheiroso e perfume pronto e o cheiro some.
Clara chega, buzina, e Leandro sai e pergunta:
-Para onde vamos?
-Vamos ver as estrelas.
Clara leva Leandro a um lugar onde dá para ver as luzes da cidade toda iluminada. Ela leva uma garrafa de vinho, dois copos, e diz:
-Agora vou te embreagar.
Risos e beijos; um desejo que se acende e uma conversa que começa a ficar quente. O jovem Leandro, cheio de vergonha, quando ela pergunta:
-Você é virgem, né?
-Sou, infelizmente.
-Mas por que ainda é virgem?-
-Não sei; sabe, meus amigos, a maioria não é; uns já saíram com prostitutas, outros com primas ou com as namoradas. Sinceramente, eu nunca namorei sério; tive umas namoradinhas com uma, até fiquei um tempo bom, mas ela nunca quis e eu a respeitei; ela dizia que ia casar virgem, mas hoje metade do bairro já transou com ela.
-Hum, gostei; vou ter um aprendiz.
-Então você já é experiente?
-Namorei dos 14 aos 18 anos com um cara quatro ou cinco anos mais velho que, digamos, me ensinou; e depois dele tive mais uns quatro com quem fui para a cama.
Leandro olha para a cara dela, um pouco assustado. Ela respira e fala:
-Não ache que sou vadia; faz quase 3 anos que terminei com ele, uma pessoa que me fez sofrer muito.
-Não acho, só queria entender como não te afastar de mim.Por que eu iria me afastar?
-Por esse detalhe, por você ter ido e eu não te ver. Sei lá, as coisas estão acontecendo tão rápido e eu me sinto tão bem com você.
-Então cala a boca, me beija; o resto a gente vive.
Beijos quentes. Leandro passa a mão por todo o corpo de Clara, que gosta de como ele a faz sentir-se poderosa.
Clara senta no colo de Leandro, de frente, e se esfrega, sentindo seu membro. Ela sussurra no ouvido dele:
-Não se preocupe, eu também estou gostando; cada dia mais. Fique tranquilo: esse detalhe logo driblaremos; vamos deixar as coisas fluírem.
Leandro coloca a mão por dentro das calças de Clara sente sua flor molhada, ela aperta forte leandro e no seu ouvido vai dizendo como ele tem que fazer do jeito que ela gosta, ela geme baixinho em seu ouvido e diz:
– Continue assim você esta indo muito bem mas por hoje chega ja e tarde antes quero fazer uma coisa.
Ela tira a mão de Leandro de dentro de sua calça se ajoelha e coloca abre o ziper da calça de Leandro e coloca o seu membro pra fora e coloca a boca e começa a fazer um movimento de subir e descer olha nos olhos de Leandro e pergunta.
– Ja fizeram isso em você?
leandro adorando a sensação responde:
– Nunca e ta muito bom.
– So que por hoje chega vamos embora.
Continua…



História picante. Achei legal a parte que ela o convida para faltar na aula para que eles possam escrever juntos. 👏👏👏
picante e real
Muito bom te ler Johnny
obrigado