Dançamos a dança da vida no palco do tempo, teatro de Deus

Eu tinha 15 anos quando avistei um ser de luz olhando para as estrelas. Ele conversava comigo em pensamento e dizia que eu não estava sozinha. Naquele instante, eu estava próxima de águas correntes.

Aos 18 anos, eu me encontrava perdida no mundo da bebida alcoólica e das amizades corruptíveis. Ainda assim, lembro que, em um dia de chuva, coloquei um pano na cabeça que lembrava um manto e, por aquele segundo de tempo, imaginei que estava purificada.

Sete anos se passaram. Eu estava com 25 anos — na numerologia, o 7 representa o aperfeiçoamento do ser. Foi quando conheci o farol que iluminou a minha caminhada pela espiritualidade. Os anos seguiram e conheci outras pessoas. Uma delas dizia que me imaginava com um vestido verde, capaz de enxergar algo nas águas, como Nostradamus outrora fizera. Naquele momento, desconsiderei todas as falas, mas o tempo passou. Após práticas judaicas de alimentação e purificação, fui recebendo iluminações na caminhada.

Um certo dia, conheci um descendente de libaneses e até usei uma vestimenta de suas origens. Até então, era apenas a lei da atração preparando o que estaria por vir.

 

 

 

 

 

 

 

Eu vi nas águas e escrevi o nome das personagens Maria e Jane, que somam Mary Jane. Eram nomes que eu costumava falar com frequência com alguém, mas jamais pensaria em utilizá-los para meus personagens do livro.

Eu me banhei no vinho santo de Deus e, após quatro meses de purificação espiritual, conheci o personagem do meu livro na vida real. Ele existia, e eu o atraí.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pascal, par amoroso de Maria: dois cientistas tentando salvar o mundo de um colapso. O livro se baseia nesse enredo.

A dança do ventre teve um papel fundamental nesse enredo. Além de ser um ano 9, propício para revisar nossa árvore genealógica, ela nos conecta às emoções interiores e aos elementos da natureza. Eu diria que é a dança dos elementos.

Estúdio de Dança do Ventre RAFAEL ROCHA: Professora BRUNA SOARES, JACILENE ARRUDA e GARDÊNIA PATRÍCIO.
ESTÚDIO DE DANÇA DO VENTRE Rafael Rocha

 

 

 

 

 

 

 

 

Fiz o meu mapa ancestral. Estou desvelando as minhas raízes e descobrindo de onde vêm certos gostos e peculiaridades, através do Genera.

Ainda em 30 de abril de 2020, recebi a revisão de um artigo científico com a temática do pão como patrimônio cultural. Na época, achei aquilo interessante, mas também percebi que trazia conexão com o agora.

Sempre amei comer pizza com as mãos. Encontrar alguém para dividir o pão com as mãos foi a manifestação do divino sobre o tempo. Estou falando do roti, aquele que sempre busquei no Farid Supermercado, mas nunca consegui saciar o sabor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A verdade é que aprendi a fazer com o Manan. Costumo chamá-lo de Mani, manancial, maná. Alguns até falam “money”. Eu brinco e digo que fui abduzida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O roti agora faz parte da minha rotina, junto com o chá árabe que provei pela primeira vez nas viagens de José Eustáquio. Recordo que elogiei demais na época e ele me deu alguns saquinhos. Hoje recebo o chá árabe de um muçulmano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sinto profunda conexão com as minhas raízes, com o solo. Vou me descobrindo e ajudando mais pessoas a se descobrirem também.

No dia do lançamento do meu livro “Não beba das águas de quem finge matar a sua sede“, elaborei algumas lembrancinhas alquímicas. Sei que cada pessoa que já comprou o livro está sentindo coisas novas se manifestarem em suas vidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O portal deste livro foi aberto no ano de 2022, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, na Fonte da Abundância e Prosperidade.

Jardim Botânico do Rio de Janeiro – Brasil
Museu do Amanhã – Rio de Janeiro – Brasil

 

 

 

 

 

 

 

E você: está pronto para dividir o pão com mais alguém? Está pronto para se encontrar? Está pronto para descobrir que Deus tem uma história pronta para você — e que basta apenas recordar?

Foto de Lançamento do livro “NÃO BEBA DAS ÁGUAS DE QUEM FINGE MATAR A SUA SEDE” – Casa do Folclore (Ouro Preto – Minas Gerais) Fotografia: LETTHY FERNANDES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa carta foi escrita, com a alma, pela escritora Jacilene Arruda em 18 de novembro de 2025.

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