A boa vontade e o amor pela literatura e pela leitura são o combustível de Campos Júnior, um jovem moçambicano que há um ano vem levando leitura e aprendizado a crianças pobres, mesmo sem recursos e sem ajuda do governo. Eles vão lutando para trazer conhecimento a essas crianças e, assim, conseguem fazer com que possam sonhar alto.
Com muito empenho, Campos Júnior promove diversas atividades literárias. Atualmente, ele é coordenador do Cube de Leitura e da Biblioteca Pública Provincial da Zambézia, presidente de uma Associação de Leitores chamada Amigos da Leitura, onde desenvolvem ações voltadas para a promoção da leitura, assim como algumas atividades filantrópicas, como a distribuição de materiais escolares em escolas onde crianças precisam.
Um projeto lindo, onde a educação e a generosidade trabalham em comunhão para a ajuda do próximo; quem ajuda se sente completamente renovado. O criador do projeto, Campos Júnior, diz que teve a ideia de fazer algo para ajudar o próximo, onde pudesse ver pequenas sementes crescerem e virarem lindas árvores frutíferas. “A leitura nos traz um mundo novo, onde viajamos por lugares inacreditáveis”, e, ao se misturar a boa vontade de ajudar, a esperança em um futuro melhor, veremos algo extremamente importante para o mundo.
Mas tudo precisa de recursos e, apesar de a equipe de Campos Júnior se empenhar em fazer de tudo para sempre conseguir contribuir, eles se organizam e vão fazendo o que podem para que o projeto, que já tem um ano, não pare. Hoje eles têm a sua sede em Zambézia, funcionando no modelo virtual; ainda não tem uma sede fixa, pois a perspectiva deste projeto é atender mais crianças, fazendo com que esta iniciativa esteja por toda Moçambique, realizando de forma brilhante, transformando pequenas sementes em grandes árvores.
E neste ano o projeto deles é um pouco maior: eles querem ajudar uma escola na construção de 3 salas de aula. Creio que, com tudo realizado até agora, esses garotos de Moçambique com certeza irão fazer uma história brilhante, uma coisa linda para o mundo ver.
A literatura une pessoas; faz a gente atravessar o oceano. E com a ajuda do poeta, escritor e idealizador do Projeto Literário Palavras Sem Fronteiras, Renato Lannes Chagas, consegui falar com Campos Júnior e conhecer este projeto fenomenal, que necessita de divulgação e ajuda para não parar e, assim, poder contribuir com mais crianças.
Em uma visita pelo whatsapp em um grupo chamado Sou Africano, Renato colocou o link do seu grupo e, nisso, Campos Júnior logo entrou em contato com ele, dizendo que também era poeta e escritor. Para quebrar o gelo e conhecer mais dele, Renato enviou o seu conto chamado “João”, o qual ele adorou e logo quis participar de uma das antologias. Campos Júnior mostrou a Renato o seu projeto, o qual o mesmo ficou admirado, pois é uma coisa linda de se ver em um lugar como aquele, sem estrutura, e ele, junto de seu pessoal, fazendo com que a literatura e os sonhos cheguem, é uma coisa inacreditável. O conto de Renato o deixou completamente impressionado, o fazendo admirar e querer participar de seus livros junto a outros brasileiros, a literatura feita da língua portuguesa e demais, e as histórias verídicas retratadas em livros ainda mais inacreditáveis
Mesmo sem recursos, mas com um grande amor e vontade de ajudar, eles começaram e espero que este projeto dure por vários anos, levando literatura e sonhos a várias crianças.









Muito bom o seu trabalho Johnny!!! Parabéns!!!
Parabenizo ao Campos Júnior e todas as demais pessoas que estão naquelas condições, com vontade e empenhados em fazer um amanhã melhor para suas comunidades. É imensa a alegria em ver sorrisos, compromisso, comportamento e boa vontade dessas crianças num cenário que era para ser tudo o oposto.
Por fim, indescritível a presteza, generosidade e agilidade deste redator em colocar esta história tão bem escrita adiante. Os méritos são deles, eu pelas circunstâncias fico mais ainda realizado por ler o quanto as Palavras são Sem Fronteiras!!!! Gratidão a Deus que até aqui tudo permitiu e já com a imensa expectativa por mais e mais lindas histórias!!!! Feliz 2026 para todos!!!!!
🫂🥰🫂🥰
🥺
Resta-me tão somente incentivar a continuação projetos desta natureza pois despertam uma parte humana em cada um de nós. Gostaria de fazer parte num futuro próximo enquanto isso, avante.
Parabéns pelo seu trabalho perfeito com essas crianças é um incentivo precioso. Sucesso sempre
Fiquei encantado com o projecto. Faz uma valorização a literatura e aos leitores. Bem haja.
Gostava de saber como fazer parte do mesmo.
Estarei aceitando novos participantes a partir de fevereiro. Entre em contato a partir do link de acesso do Projeto Literário Palavras Sem Fronteiras que são expostos em alguns grupos que participo no Whatsapp.
O trabalho que a Associação está realizando é excelente.
Unidos sempre venceremos!
Parabéns pela iniciativa
É uma iniciativa nobre e de grande estima.
Pois não tem como dimensionar a inspiração para sonhar, o socessego da alma e uma mente aberta. Contra esses não existem inimigos.
Desejo que o projeto cresça, cresça e prospere.
GRATIDÃO sempre pelas suas análises atentas!!!
Renato Lannes sempre fazendo um trabalho maravilhoso em prol da literatura e da integração dos povos lusófonos.
O trabalho que Campos Júnior vem desenvolvendo em Moçambique é um verdadeiro ato de resistência e amor ao próximo. Em um contexto marcado pela escassez de recursos e pela ausência de apoio institucional, ele escolheu não cruzar os braços, mas sim semear esperança por meio da leitura, da literatura e da educação. Isso, por si só, já o coloca como um agente de transformação social.
Levar livros, aprendizado e sonhos a crianças pobres não é apenas ensinar a ler palavras, é ensinar a ler o mundo. Cada atividade literária promovida, cada material escolar distribuído, cada criança alcançada representa uma pequena vitória contra a desigualdade e o esquecimento. Campos Júnior prova que não é preciso ter muito para fazer muito — é preciso, antes de tudo, ter propósito.
Projetos como o Clube de Leitura, a Biblioteca Pública Provincial da Zambézia e a Associação Amigos da Leitura mostram que a educação, quando guiada pela generosidade, cria raízes profundas. A metáfora das sementes que se transformam em árvores frutíferas é perfeita: o que hoje parece pequeno, amanhã será abrigo, alimento e futuro.
Esse espírito de transformação dialoga profundamente com iniciativas comunitárias como o Patins Clube Namacuarra, onde também se trabalha com juventude, disciplina, sonho e inclusão social. São projetos irmãos, nascidos do chão, movidos por paixão e sustentados pela crença de que crianças e jovens merecem mais do que a realidade dura que muitas vezes lhes é imposta.
A literatura, assim como o desporto e a arte, une pessoas, atravessa fronteiras e constrói pontes. O encontro entre Campos Júnior, Renato Lannes Chagas e o projeto Palavras Sem Fronteiras mostra que a língua portuguesa pode ser um território comum de afeto, luta e criação.
Que esse projeto seja divulgado, apoiado e fortalecido. Que as três salas de aula sonhadas se tornem realidade. E que exemplos como o de Campos Júnior inspirem muitos outros jovens moçambicanos a acreditar que mudar o mundo começa, muitas vezes, com um livro na mão e um coração disposto a servir.
Ao jovem Campos Júnior e toda sua equipe, meus parabéns!
Num mundo tão difícil de se viver, ainda existem anjos de coração lindo e humano
Está iniciativa de vocês, tem as mãos poderosa de Deus abençoando
E estas pequenas sementes
Com toda certeza, vão germinar, crescer e dar bons frutos, pois no coração de cada um a semente foi cultivada com muito amor e dedicação
Mesmo sem muita estrutura mesmo sem ajuda, você está aí com sua equipe , unidos num elo de amor em prol dos mais carentes.
Deus abençoe cada um de vocês, que este projeto seja de muitas bençãos
Deus esteja sempre com todos.
É, de facto, uma boa iniciativa. Trata-se de um trabalho enorme levar a literatura e a leitura às áreas periféricas, ainda por cima sem qualquer apoio institucional governamental.
Todos os envolvidos neste projecto estão de parabéns. Espero, de coração, que tudo corra bem e que cada vez mais pessoas tenham acesso aos livros e à educação literária.