CONFISSÕES DE UM ÉBRIO
David Pessoa
David Pessoa
Eu gostaria de morrer embriagado,
Andando deselegante onde não devia,
Possivelmente, no meio da rodovia,
Ignorando os gritos de alguém preocupado.
Andando deselegante onde não devia,
Possivelmente, no meio da rodovia,
Ignorando os gritos de alguém preocupado.
Após sofrer um trágico abalroamento,
O meu sangue refletiria o farol alto.
E, assim, estudaria os defeitos do asfalto,
E não conviria nenhum atendimento.
O meu sangue refletiria o farol alto.
E, assim, estudaria os defeitos do asfalto,
E não conviria nenhum atendimento.


Se embriague de vida e continue escrevendo…lindo!