Através do Caleidoscópio
Por Carlos Lopes
“O giro de hoje nos leva a pensar: Trabalho: O Pão que Alimenta o Corpo ou o Propósito que Nutre a Alma?”
Há quem diga que o trabalho dignifica o homem. Outros, mais cansados, dizem que o trabalho cansa o homem. Talvez os dois estejam certos. Porque trabalhar é, ao mesmo tempo, necessidade, identidade, sobrevivência e, em alguns raros e preciosos casos, realização.
No Dia do Trabalho, mais do que comemorar ou reclamar, vale entender. Entender o que fazemos, por que fazemos e como fazemos.
Esta é uma cartilha — não daquelas frias, burocráticas — mas uma que cabe no bolso da vida.
Trabalho não é só salário: é identidade
Quando alguém pergunta “o que você faz?”, dificilmente espera ouvir seus hobbies ou sonhos. Quer saber sua profissão. Isso revela muito.
O trabalho, na psicologia, é uma extensão do “eu”. Ele organiza o tempo, dá sentido aos dias e estrutura a autoestima. Não trabalhar, muitas vezes, não afeta só o bolso — afeta a dignidade.
Por isso, não subestime o impacto emocional da sua profissão. Amar o que faz é ótimo. Mas, na realidade da maioria, o mais importante é encontrar sentido no que faz.
Como escolher um trabalho (sem romantizar demais)
“Trabalhe com o que ama e nunca mais trabalhará um dia na vida.” Bonito. Inspirador. E, muitas
vezes, irreal.
Escolher um trabalho envolve três pilares:
Habilidade: no que você é bom?
Interesse: o que te prende a atenção?
Realidade: o que o mercado oferece?
O ponto de encontro desses três é o caminho possível.
Nem sempre será o ideal, mas pode ser o suficiente para começar. E começar já é um ato de coragem.
O bom funcionário não nasce pronto
Existe um mito silencioso: o de que bons profissionais têm talento natural. Não têm. Eles têm comportamento.
Ser um bom funcionário passa por atitudes simples, mas raras:
Chegar no horário (parece básico, mas não é comum)
Cumprir o que promete
Saber ouvir críticas sem transformar tudo em ataque pessoal
Ter iniciativa sem ser invasivo
A psicologia organizacional mostra que empresas valorizam mais comportamento do que genialidade. Porque habilidade se treina. Caráter, nem sempre.
Inteligência emocional: seu maior diferencial
Você pode ser excelente tecnicamente e, ainda assim, ser difícil de lidar. E isso, cedo ou tarde, cobra um preço.
No ambiente de trabalho, saber lidar com emoções — suas e dos outros — é essencial.
Não reagir impulsivamente
Saber a hora de falar e de silenciar
Entender que nem tudo é pessoal
A maturidade emocional é o que separa o profissional competente do profissional indispensável.
Estresse: o inimigo invisível
Todo trabalho gera estresse. Isso é natural. O problema é quando ele deixa de ser pontual e se torna crônico.
O estresse prolongado afeta:
Sono
Concentração
Humor
Saúde física
E o mais perigoso: ele se normaliza. A pessoa passa a achar que viver cansado, irritado e esgotado é “parte da vida”.
Não é.
Pequenas estratégias ajudam:
Pausas reais (não só mexer no celular)
Organização de tarefas
Limites claros
E, quando necessário, buscar ajuda. Porque suportar tudo sozinho não é força — é desgaste.
Ansiedade no trabalho: quando a mente não desliga
A ansiedade não está só no futuro. Ela aparece também na antecipação constante de
problemas.
Medo de errar
Medo de ser demitido
Medo de não dar conta
A mente cria cenários catastróficos que, na maioria das vezes, nunca acontecem.
Uma estratégia simples, mas poderosa: trazer o foco para o presente.
Pergunte-se: “O que eu posso fazer agora, com o que eu tenho?”
Isso reduz o peso do “e se” e fortalece o “agora”.
Relações de trabalho: convivência não é afinidade
Nem todo colega será amigo. E está tudo bem.
O erro comum é esperar afinidade onde só é necessário respeito.
Aprender a conviver com diferenças é uma habilidade essencial. Isso inclui:
Evitar conflitos desnecessários
Não alimentar fofocas
Saber se posicionar sem agressividade
Ambientes saudáveis não são aqueles sem conflitos, mas aqueles onde os conflitos são bem conduzidos.
Direitos e deveres: conhecer é se proteger
Muitos trabalhadores vivem anos sem saber seus direitos básicos. E isso abre espaço para abusos.
Entre os principais pontos que todo trabalhador deve conhecer:
Jornada de trabalho
Horas extras
Férias
FGTS
13º salário
Mas tão importante quanto os direitos são os deveres:
Cumprir o contrato
Respeitar normas internas
Agir com ética
A relação de trabalho é uma via de mão dupla. Quando um lado falha, o outro sente.
Trabalho e vida pessoal: equilíbrio não é luxo
Existe uma crença perigosa de que trabalhar demais é sinônimo de sucesso. Não é. Muitas
vezes, é sinal de desorganização ou fuga.
O trabalho deve sustentar a vida — não substituir.
Tempo com a família, descanso, lazer… tudo isso não é perda de tempo. É manutenção da saúde mental.
Quem não desacelera, quebra.
Propósito: o que te mantém de pé nos dias difíceis
Nem todo dia será bom. Nem todo trabalho será perfeito. Mas ter um motivo maior ajuda a atravessar fases ruins.
O propósito não precisa ser grandioso. Pode ser simples:
Sustentar a família
Crescer profissionalmente
Oferecer uma vida melhor aos filhos
O importante é que faça sentido para você.
Quando mudar de trabalho?
Saber a hora de sair é tão importante quanto saber a hora de ficar.
Alguns sinais de alerta:
Sofrimento constante
Falta total de reconhecimento
Ambiente tóxico
Ausência de crescimento
Mas cuidado: nem todo desconforto é motivo para sair. Às vezes, é fase. Outras vezes, é aprendizado.
Discernir isso é maturidade.
Trabalho com sentido: uma construção diária
Poucos encontram o trabalho dos sonhos. A maioria constrói, aos poucos, um trabalho possível.
E isso envolve:
Ajustar expectativas
Desenvolver habilidades
Cultivar boas relações
Cuidar da saúde mental
O trabalho ideal não é aquele sem problemas, mas aquele onde você consegue permanecer sem se perder de si mesmo.
Para fechar: o trabalho como espelho
O trabalho revela muito sobre quem somos:
Nossa disciplina
Nossa paciência
Nossa forma de lidar com frustrações
Ele não define totalmente uma pessoa, mas expõe partes importantes dela.
Por isso, mais do que buscar o emprego perfeito, talvez a pergunta mais honesta seja:
“Que tipo de profissional eu estou me tornando?”
Porque, no fim das contas, o trabalho passa. O salário é gasto. O cargo muda.
Mas o que você se torna ao longo do caminho… isso fica.
Até o próximo giro!
Carlos Lopes
CRP 04/49834
Entre o pão e o propósito
O despertador corta o silêncio da aurora,
A mão busca o pão que o corpo precisa.
É a urgência do mundo que dita a hora,
Enquanto o sentido, ao longe, se esquiva.
O peso nos ombros é carga constante,
Escrita em metas que o tempo devora.
O cansaço físico é o traço marcante,
De uma rotina que o espírito explora.
Mas o trabalhador não é apenas recurso,
Há leis que protegem o suor do seu rosto.
Direito é barreira, é firme percurso,
Contra a exploração que cobra seu posto.
A busca por algo que traga sentido,
Esbarra no medo de faltar o sustento.
Propósito ou pão? Dilema sofrido,
Que gira na mente a cada momento.
Saber dizer “basta” é ato de vida,
Pois o limite é a alma quem traça.
Se a exaustão torna a meta perdida,
É hora de impor o fim dessa farsa.
Carlos Lopes
Dia Mundial da Língua Portuguesa por Renato Lannes Chagas
Hoje ofício, vício, obseção; obcessão; obsessão, por mais que se busque pela perfeição essa sempre será uma mera ilusão. A cada dia aumenta um pouco mais aquilo que não se sabia há bem pouco tempo atrás: o conhecer de outras realidades, que só podem ser admiradas, pensadas e analisadas, porque aquilo que se lê, se ouve e se vê é só o versar na mesma língua que pode trazer. É fruto do que se escreve, que só a leitura poderia despertar, atentar para o que mesmo sendo poesia, a cada segundo dessa vida, passaria despercebida. É a língua falada a porta que nunca fica encostada. A escrita: letra após letra, trás a certeza incerta de saber todas as regras. Quantas línguas há? Para quê perder tempo a contar? Seria bom que ao menos neste dia, cada país ao menos fizesse menção as línguas que têm cada nação além da Língua Portuguesa. Não é trazer o passado para o presente, é celebrar a arte que se faz presente naquilo que externamos diariamente e é entendido por tanta gente. Aqui temos muita riqueza desconhecida da língua dos nossos antepassados. Apesar de não fazer parte da norma, a arte tudo comporta, sem contratempo surgem manifestações, como um folclore esquecido ou mitos o Tupi se mantém vivo, faz da poesia uma chama ainda mais viva, celebrada nesse dia. A Língua não tem cor, idade. A falada conosco se vai, finda, sem o mesmo rigor da que é escrita, essa perdura apesar de todas as mudanças, acordos ortográficos, estrangeirismos que querem tomar o lugar do idioma que herdamos dos nossos povos nativos. Aonde a Língua Portuguesa é falada a poesia trás mais graça, com amor, com amizade, sempre com o tempo vem a saudade… Versemos, versemos e versemos!!!
Itaboraí, 05 de maio de 2026.
Renato Lannes Chagas
Por Jacilene Arruda
Turismóloga e jornalista pernambucana. Cientista pesquisadora, nordestina e muçulmana, dedicada à valorização da cultura e da ciência brasileira.
O Nordeste brasileiro, e em especial o Ceará, ocupa um lugar central na construção da identidade nacional. Sua história é marcada por resistência, criatividade e inteligência coletiva, que se expressam na educação, na ciência, na cultura e nas lutas sociais.
Educação e Ciência
O Ceará tornou-se referência nacional em alfabetização com o Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC), garantindo que crianças aprendam a ler e escrever já nos primeiros anos do ensino fundamental. Essa política pública, aliada à gestão colaborativa entre estado e municípios, fez do Ceará líder no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e modelo para o Brasil.
Na ciência, pesquisadores cearenses brilham em rankings internacionais. Nomes como Victor Hugo Costa de Albuquerque (Ciência da Computação), Luiz Drude de Lacerda (Ciências Ambientais) e Cláudia do Ó Pessoa (Biologia e Química) mostram que o Ceará produz conhecimento de impacto global. Muitos atuam em universidades estrangeiras, levando o nome do estado para o mundo e provando que o Nordeste também é polo de excelência científica.
Cultura e Criatividade
O Nordeste é um dos pilares da identidade cultural brasileira. Do forró de Luiz Gonzaga ao movimento Armorial de Ariano Suassuna, da literatura de Rachel de Queiroz e Jorge Amado às festas populares como o São João de Campina Grande, a região transformou adversidades em arte e celebração.
A culinária nordestina também revela influências árabes trazidas pelos portugueses: o cuscuz, o uso de especiarias e doces à base de mel e amêndoas são exemplos de como culturas se misturaram e se reinventaram no semiárido.
Luta Abolicionista
O Ceará foi pioneiro na luta contra a escravidão. Inspirado por Pernambuco, organizou sociedades abolicionistas e mobilizou a população. Em 1883, a cidade de Acarape (Redenção) libertou todos os seus escravizados, tornando-se o primeiro município livre do Brasil. Pouco depois, em 25 de março de 1884, o Ceará aboliu oficialmente a escravidão, quatro anos antes da Lei Áurea, tornando-se símbolo de liberdade e resistência.
Inovação Agrícola
Hoje, o semiárido nordestino também se reinventa com a introdução de culturas como a tamareira (Phoenix dactylifera). Projetos no Ceará, Bahia e Pernambuco mostram que o clima da região é ideal para o cultivo de tâmaras, fruta de alto valor comercial e culturalmente ligada ao Oriente Médio. Essa inovação une tradição árabe às potencialidades do Nordeste, diversificando a economia e combatendo a desertificação.
🌟🌙 Canoa Quebrada: Arte, Islã e Liberdade
Entre as paisagens marcantes do Ceará, Canoa Quebrada se destaca não apenas por suas falésias avermelhadas e jangadas no mar, mas também pelo seu símbolo mais famoso: a lua crescente e a estrela.
Nos anos 1970, o artesão Chico Eliziário, atendendo ao pedido de um casal de turistas paquistaneses, transformou esse desenho em peças de artesanato. Com o tempo, o símbolo ganhou força e passou a representar liberdade, paz e diversidade cultural. Embora seja associado ao Islã, em Canoa Quebrada ele se tornou um ícone universal, traduzindo a mistura de culturas que caracteriza o Nordeste.
Assim como o Ceará foi pioneiro na abolição da escravidão, Canoa Quebrada tornou-se um território de liberdade cultural, onde o pôr do sol nas falésias e o símbolo da lua e estrela expressam a união entre o humano e o divino, entre o sertão e o deserto, entre o Brasil e o Oriente.
Identidade Nordestina
A força dos cearenses e nordestinos vem da resiliência diante das secas, desigualdades e migrações. Essa capacidade de enfrentar dificuldades e reinventar-se explica por que tantas vezes parecem “de outro planeta”: sua inteligência e criatividade são frutos de uma história de luta e superação.
O Ceará e o Nordeste não apenas se destacam — eles definem a identidade cultural, científica e histórica do Brasil. Da alfabetização à ciência de ponta, da música ao cordel, da abolição à inovação agrícola, e da arte de Canoa Quebrada à espiritualidade islâmica, o Nordeste mostra que sua contribuição é essencial para compreender o Brasil em toda a sua diversidade e riqueza.
A Tal da Maria das Graças-por Cavaleiro do Amor
É quase Dia das Mães e eu, como escritor, gosto de observar esta data; sempre pode surgir um bom tema para um futuro livro ou até um poema.
Estou no supermercado e, na fila, encontro uma mulher próxima dos 40 anos. Ela tem um visual magnético e um sorriso que encanta qualquer um. O corpo é belo, com coxas bem torneadas sob aquela famosa calça legging que desperta os instintos mais profundos. Como um bom observador, reparo no bumbum empinado. Logo descubro que ela tem dois filhos, pois dois adolescentes a chamam de “mãe”. Só não sei se é casada. Chego mais perto e sinto que é uma mulher cheirosa, daquelas que dedicam tempo ao banho, cremes e perfumes, escolhendo a fragrância a dedo para cada dia.
— Oi, tudo bem?
Minutos depois, ela responde:
— Sim, e você?
— Melhor agora, falando com você.
É clichê, eu sei, mas foi o que pensei no momento. E, por coincidência, funcionou. No aplicativo, meu nome está como Luiz Alberto. Ela diz:
— Nossa, que lindo, Luiz. Você pode me passar seu WhatsApp?
— Luiz, me conta: você teria algum preconceito em sair com uma mãe solteira?
— Não. Por que teria?
— E namorar?
— Se nossos santos batessem, com certeza. Os filhos já estão grandes, é a hora de ela viver.
— Que bom que achei alguém que pensa como eu. Vamos sair hoje?
— Vamos. Para onde você quer ir?
— Somos adultos e sabemos o que queremos neste site. Vamos direto para um motel.
— Não é porque sou mãe solteira que não posso ter prazer. Mães também transam e também gozam.
Paginas da herança por David Pessoa
Pai contra Mãe: O conto que traduziu a nossa realidade
Todos conhecem os grandes romances de Machado de Assis, mas poucos dão a devida importância aos seus contos. O motivo não deve ser mais do que a simples preferência da maioria dos leitores às prosas mais longas, mas estes não sabem o que estão perdendo. Um ótimo exemplo disso é o conto Pai contra Mãe.
Nesta curta narrativa publicada em Relíquias de Casa Velha, temos dois personagens antagônicos: Cândido Neves e Arminda. O homem tem dificuldades de se manter em um emprego e precisa melhorar a condição financeira de sua família por conta da gravidez de sua esposa. No desespero, ele percebe que poderia assumir a função de recuperar escravos que fugiam para receber alguma recompensa. Já a mulher supracitada era uma escrava grávida que estava em fuga.
Não pretendo entregar detalhes minuciosos a respeito de uma trama tão curta, porém, há questões interessantes a se discutir a partir das informações expostas. Sobre os personagens: Arminda representa uma mãe cuidadosa, mas é também a personificação dos males da escravidão; Cândido Neves, por sua vez, é fruto da desumanização da miséria, abandonando qualquer noção de moralidade por necessidade.
Tal dualidade é marcada pelo desespero mútuo. O que acontece com Arminda é desumano, mas o Cândido, em uma leitura mais honesta, não é um sujeito atroz. Na verdade, os dois são vítimas do mesmo problema social: a desigualdade.
O mundo hoje parece diferente? Creio que não. A batalha entre pai e mãe descrita por Machado de Assis é um retrato atemporal da pobreza que corrói o caráter. Infelizmente, até hoje, a sobrevivência de uns depende do aniquilamento de outros. Este conto não parece uma ficção, mas sim um diagnóstico.

A POESIA E O DIA DAS MÃES por Luciane Cunha
O mês de maio traz consigo uma das comemorações mais singelas e sentimentais: o dia das mães.
Independente de qualquer fator em termos de lucros comerciais, o maior lucro é a oportunidade de presentear aquela que nos presenteou com tantos anos de dedicação e amor.
É certo que a mãe deve ser honrada todos os dias e, caso não esteja mais no plano terreno, isso não minimiza o fato de ser lembrada e amada para sempre.
Entretanto, o segundo domingo de maio é um momento de maravilhosa reflexão sobre tudo o que esse divino ser representa em todas as dimensões.
Músicos, poetas e tantos outros artistas enobrecem o significado daquela que “gera vida”.
O certo é que a poesia flui e a inspiração sempre pode surgir na vida de qualquer ser humano que reconhece a imponência e a dádiva de ter ou ser “Mãe”
POEMA
Mamãe
Mãe parece palavra pequena
Mas é carregada de emoção
Chega a ser tão grande
Que transborda de amor o coração
Mãe, um jardim sempre florido
Que aos olhos traz beleza
Com seu perfume suave
Alegrando a natureza
Mãe quantas noites mal dormidas
Preocupações sem fim
Tudo isso para cuidar
Sempre muito bem de mim
Oh, mãe, muito obrigada
Não há como descrever
O quanto peço a Deus
Que abençoe sempre você.
O que te motiva a Ler?-por Renato Lannes Chagas
Sem sinal, a caminho do serviço, começo… Ontem, em sala de aula, numa turma do oitavo ano, dois garotos estavam copiando a palavra ‘infecções’. Saíram tantas versões erradas que a falta de leitura estava ali, quase me dando um tapa na cara — ainda que ‘cara’ seja uma expressão errada e barata para o tamanho do problema corriqueiro, mais comum que comprar um pão numa padaria.
Não é a ausência da leitura que mais assusta; é não vê-la sendo mencionada. A leitura passa ao largo, mais longe que um navio que poderia salvar um náufrago em alto-mar. É assim desde a época em que era aluno. Não vejo, mesmo se procurar, menção a um único escritor contemporâneo da literatura africana; não há menção a autores da literatura portuguesa e poucos da nossa literatura. O tamanho da minha ignorância sempre será muito maior que o tempo disponível para tentar ler ou estar em contato com as letras, com os versos somente dos países falantes da língua portuguesa.
Já fiz menção aqui, com poucas respostas — só a Carlucia e a Professora Maria de Lourdes me retornaram dizendo que já leram algumas obras do Miguel Torga, poeta português completamente desconhecido para mim até recentemente. Apenas para servir de exemplo, existe uma lista grande de poetas do passado para serem lidos; contudo, existe uma vontade maior de estar em contato com a obra de poetas vivos, ilustres conhecidos meus por parentesco sem que conheça suas obras, conhecidos pelos encontros pelas redes sociais, pelos saraus, pela vontade de ir além-mar, mais além ainda. Se eu fosse muito bom em fazer este entendimento chegar a muitos, os participantes deste projeto limitariam os livros a um número de X páginas, porque não seria possível dar conta do volume.
A arte é a razão de ser primeira; dizer algo diferente disso seria contraditório. A cada livro, a necessidade de ler para escrever já é motivo suficiente. Todavia, tudo o que ainda não foi possível ser lido acaba por deixar claro que este é um desses processos contínuos, intermináveis, que faz com que se lamente profundamente não o atraso em começá-lo como é feito hoje, mas o que não é feito em muitos lugares. Apesar disso ser somente um exercício de pensamento, porque todos estamos com muitos afazeres, a leitura não entra na ordem das prioridades, geralmente, de quem não escreve. Quando não entra na ordem, aí é que fica em desordem até para ler ‘infequissões’, ‘infecssões’ e outras mais, até chegar nas infecções propriamente ditas.
Ler sempre. Leia. Só leia, especialmente se o livro for desses de fazer esquecer das horas.

Fazendo Arte por Rita Cruz
Olá, caro leitor!
É um prazer escrever mais este artigo para você. Estamos no mês de maio, este em que celebramos o Dia das Mães. Geralmente é muito fácil falar sobre elas, porém sempre tem alguém que sente um “nó na garganta”. A maioria de nós temos boas lembranças, mas confesso que já deparei com algumas pessoas que sentem mágoas das suas. Mesmo assim, quero escrever aqui sobre aquela visão perfeita que temos dela.
Mãe é pura poesia só pela sua existência. Colaboradora de Deus em sua obra com a missão de ser a sua primeira morada aqui na terra através do seio da Virgem Maria. Na tradição católica, maio também é o mês dedicado à Nossa Senhora, porque simboliza a primavera, o reflorescimento e a nova vida. Por este motivo, antigamente também era muito conhecido como o Mês das Noivas, por estar associado à beleza e pureza de Maria que por sua vez representa o amor e a família.
No Brasil, apesar de ser outono, também podemos ver as flores circulando pelas ruas e igrejas neste mês, pois este é o presente mais oferecido para as mamães, sejam elas vivas ou não.
Sendo assim, se sua mãe é viva dedique a ela além de flores, um dia de convivência e alegria. Dê flores e presentes a ela, mas principalmente presença, carinho e atenção. Se ela já tiver partido, ore por ela. Quanto aos presentes e flores, se você for mãe dê a si mesma, ou então dê tudo a alguém mais próximo de você que seja mãe também. Viva com alegria este dia. Viva o Dia das Mães!
COISAS DE MÃE
Mãe, tem coisas nessa vida
Que somente o seu amor
É capaz de resolver.
Mãe, tem coisa nessa vida
Que somente o seu olhar
Pode ser capaz de ver.
Mãe, tem coisas que eu falo
Que somente os seus ouvidos
São capazes de escutar.
Mãe, tem sentimentos
Às vezes tão intensos
Só sentidos por você.
Mãe, só você pode enxergar
Qual a dor dentro do peito
Que faz o seu filho chorar.
Mãe, seus braços são meu leito
Nele há sempre um jeito
Que eu possa descansar.
Mãe, só você tem nos seios
A fonte do sustento
Para guardar meu alimento.
Mãe, hoje é o seu dia
E eu quero te escrever
A mais linda poesia
Para poder te declarar
Que para sempre vou te amar!
Rita Cruz!
Entrevista com o poeta por Rose Giar
Para edição de maio Rose Giar no traz a talentosa Glaucia acompanhe e conheça um pouco desta poetisa.
Rose Giar: Nome completo, algum heterônimo que queira relatar?
Glaucia: Glaucia de Oliveira Mariano
Rose Giar: Quem seria a poetisa Glaucia?
Glaucia:Sou uma pessoa Sonhadora e Curiosa
Rose Giar: Qual sua formação escolar e qual seu trabalho?
Glaucia: Ensino médio Completo Formada em Patologia Clínica e Gestora de Recursos Humanos.
Rose Giar:Quando a poesia entrou na tua vida?
Glaucia: Sempre Tive esse interesse Por Livros na Infância, Não Tínhamos Televisão então aprendi a ler Livros isso me fazia apaixonar a cada dia mais com à escrita
Rose Giar:Quantos anos você tinha quando começou a escrever?
Glaucia:Comecei a Escrever Diários com 12 Anos espera chegar a Noite todos os dias para escrever.
Rose Giar:Quais são suas principais preocupações como escritora?
Glaucia:Não Tenho Preocupações Com isso pois Nunca irei agradar a Todos então não foco em
me Preocupar com isso.
Rose Giar: Quais livros que você leu, que marcou ou te influenciou?
Glaucia:Livros de Ficção sempre foi meu forte , histórias de Romance e Livros em Quadrinhos e poesias principalmente.
Rose Giar:Cite um autor ou escritor que te inspira, porque?
Glaucia: Cora Coralina pq ela tinha uma frase que sempre me motivou , “Com as pedras que me atiraram, construí a minha obra”.
Rose Giar: Qual seu estilo poético preferido?
Glaucia:Romance
Rose Giar: Qual a importância da Literatura na Arte para você?
Glaucia:Pra mim interpretar presente passado e futuro é uma Arte
Rose Giar: O que você acha do uso da Inteligência Artificial (IA) em textos, poemas, letras de músicas?
Glaucia:Nas Atualidades de hoje acho incrível porém não acho Real como uma marca Pessoal
Rose Giar: Quais são suas esperanças e desesperanças com respeito a literatura brasileira no geral?
Glaucia:Esperança que livros não sejam apagados com o tempo acho isso hoje em dia um Grande desrespeito, Com tantos Jovem desinteressados
Rose Giar: Qual o papel das mulheres na literatura? Você acha que elas são e foram importantes para a literatura?
Glaucia:Sim acho que Cada Mulher Tem sua Própria História e são muito importantes em Quanquer tempo
Rose Giar: Você participa de alguma Acadêmia Literária?
Glaucia:Não no Momento, Mas Aguardo convites
Rose Giar:Voce acha que as mídias sociais e plataformas ajudam na divulgação do trabalho do escritor? Conte-nos sua experiência.
Glaucia:Sim ajuda muito a Divulgação hoje em dia é algo incrível porém no Momento está sendo algo inovador ver os jovem se tornando influencer um papel incrível mostrando talentos escondidos através de redes sócias.
Rose Giar:Como a sua experiência como mãe alterou a sua sensibilidade poética? Você sente que seus versos ficaram mais urgentes ou mais pacientes depois da maternidade?
Glaucia:Sim pois sempre tive uma vida muito Corrida entre Trabalho Plantões Família e inspiração para escrever, mas a dificuldade de parar para fazer isso adiei várias vezes de colocar nos papéis o que eu estava pensando ou analisando para escrever. Por Incrível que pareça o Ano Passado decidi tirar da cabeça algumas poesias e escrever e isso me fez querer continuar a cada vez mais.
Rose Giar:Entre o trabalho e os filhos, como e onde você consegue encontrar o silêncio necessário para a criação?
Glaucia:Às vezes as noites em Claros desde que me tornei mãe pela Primeira vez não tenho um sono Profundo como antigamente, e nesse tempo imagino penso e até elaboro algo Flui Naturalmente
Rose Giar: De que forma as cenas comuns da vida doméstica e as responsabilidades do emprego formal alimentam ou desafiam a sua escrita?
Glaucia:Exatamente agora estou em um trabalho que me emociona me faz aproximar das Pessoas e ter o Tempo comigo mesma as experiências do dia dia me emocionam
Rose Giar: O que “ir alto na literatura” significa para você hoje? É o reconhecimento da crítica, o alcance de público ou a sensação de ter dito algo eterno?
Glaucia:Reconhecimento pra mim é ser Conhecida e alguém lembrar quem sou e quem eu fui deixar a minha marca em um mundo tão imenso como esse.
Rose Giar: Muitas vezes a sociedade nos define apenas como “mãe” ou “profissional”. Como a poesia ajuda você a resgatar e manter viva a sua identidade individual?
Glaucia:Sou única no Meu trabalho faço o meu melhor não só porque gosto mas sim porque tenho orgulho do que faço isso sim é minha marca individual no ramo de manicure hoje em dia é comum, mas ser a que as pessoas escolhem é único.
Rose Giar:Dos poetas e escritores que temos hoje não digo os famosos e sim os anônimos os que vemos nas redes sociais e antologias poéticas tem algum que você gosta de ler, que as vezes te inspira a escrever?
Glaucia:Sim Vários mais uma que me Cativou muito foi a Rosemary
Rose Giar:Deixe seus perfis em redes sociais para que possam te #seguir Glaucia:glauciadeoliveiram

Literatura Nossa- Por Johnny Ribeiro
O mês de maio vem com muito trabalho para os escritores por que a editora Parle acaba de lançar incrições para a Antologia Coração de poeta, com o tema livre um livro que promete revolucionar o mundo da poesia.
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- “Bom dia, Inverno” – Tamara Klink: Um relato autobiográfico sobre os oito meses que a autora passou sozinha em um veleiro preso no gelo do Ártico, explorando solidão e resiliência.
- “Antes que apague” – Natalia Timerman: Romance delicado e profundo sobre a relação entre mãe e filha, abordando traumas e memória.
- “O Dono e o Mal” – Bruno Ribeiro: Um romance que mistura realismo e elementos sobrenaturais, focado em uma saga familiar.
- “O Elemento” – Fido Nesti: Uma graphic novel que explora mistério e política durante os anos de chumbo no Brasil.
- Novas obras de Mariana Salomão Carrara e Victor Bonini: Autores de destaque com novos títulos previstos para o período. [1, 2]
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- Feira do Livro da Unesp: 13 a 17 de maio de 2026.
- 18ª Festa Literária de Santa Teresa (FLIST): 16 e 17 de maio de 2026. [1]
Nota: As informações são baseadas em calendários editoriais e previsões para o primeiro semestre de 2026.
Nilson Moura é poeta brasileiro, piauiense de São Félix do Piauí. Adora cajuína e respira diariamente o ar da capital, Teresina. @nilsonmourapoeta nas redes sociais. Licenciado em Letras Português (UFPI), é especialista em Crítica Genética e Organização de Arquivos (UESPI) e Docência do Ensino Superior (UESPI). Autor dos livros: Um minuto (Viseu, 2018) e Os nomes e a gente (Caravana, 2022). Participou das coletâneas A lágrima e o tempo (Perse,2021); Piauí Poético (Tremembé,2021); Poemas ao vento (Projeto Traficando Literatura ,2021); Prelúdio: novos escritos do Piauí(2022); Nau Lírica (Anum, 2024). Participou da antologia Louvação (Academia Teresinense de Letra, 2021). Coordenou e desenvolveu o Projeto Murais de Poesia, na Universidade Estadual do Piauí (UESPI, 2024/2025).

A poesia é acontecimento, é rotina, dias normais compõem nosso existir, ainda que fragmentados em momentos. Poesia é convite, é labor, é fazer e o poeta que na verdade não passa de um fazedor de poemas, precisa saber versejar. É como aqui e ali duvidar da própria poesia e de vez em quando, se perguntar: isso é poesia? O “Poema da sexta-feira” que faz parte da obra, aconteceu no curso de uma viagem, um passo fundamental para a autoafirmação do poeta, do ser poeta, do aceitar e assumir-se poeta. A poesia acontece em nossas vidas em todos os momentos, sendo captados ou não. “Depois do jantar, antes de dormir” é mais que uma obra poética, é um convite a desacelerar após um dia longo e cansativo de trabalho. A proposta do autor é conduzir o leitor por um processo que revele a poesia existente nas coisas mais simples, comuns na vida de pessoas que dedicam suas vidas à família, ao trabalho e aos intervalos, entre um dia e outro. Com textos ricos em metalinguagem, a obra aborda as relações do poeta com sua escrita e a poesia, e da poesia com os leitores numa relação bilateral e ambivalente, sem que ocorram conflitos. Tudo isso acontece numa espécie de propositura, onde o leitor é convidado a adentrar no universo da poesia e viver uma experiência poética literária. É um manifesto de aceitação onde o poeta assume seu ofício e convida o leitor a também aceitar o gênero literário como algo que faz parte de nossas vidas, lendo um pouco por dia. Depois do jantar, antes de dormir.
O livro foi estruturado no formato contínuo, sem subdivisões por capítulos ou seções, o que permitirá ao leitor uma leitura sem pausas estabelecidas pelo autor. Os poemas abordam a relação texto / leitor, na visão do poeta, claro. O conjunto de textos pode ser lido por todos os públicos, em qualquer fase da vida. Porém dialoga melhor com aquele leitor que não se encontra preso na poesia romântica ou piegas. E aí, preparado para um encontro com a poesia, depois do jantar, antes de dormir?
Paulo Colorido (pseudônimo de Paulo José Bongue Xavier) é um jovem escritor e poeta natural de Luanda, Angola. Ele é conhecido por seu fascínio pela literatura e por sua capacidade de transformar vivências sociais e sentimentais em poesia reflexiva.
Quem quiser adquirir o seu livro -“Palavras Silenciosas sofrimento Empirico”, segue abaixo site de onde encontrar
Onde adquirir:http://www.recantodasletras.com.br
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E-mail – [email protected]
O Silêncio como Mensagem: A ideia de que o que não é dito carrega significados profundos e muitas vezes ignorados no cotidiano.
A Experiência do Sofrimento: O “sofrimento empírico” refere-se à dor vivida na prática, na pele, transformada em versos que buscam ressignificar as angústias do ser humano.
Esperança e Afeto: Apesar da temática densa, a obra propõe “pontos de esperança, afeto e generosidade”, utilizando a escrita como uma ferramenta de cura e respiro. [1]
Fases Da Lua Por Jacilene Arruda
Língua Portuguesa e Cultura Lusófona por Renato Lannes Chagas
Rica, espalhada, diversificada e amplamente desconhecida.
Densa, sutil e bela, tanto hoje, quanto era em outras eras.
Se nossas matas já não são o que eram.
Se nossa gente já mudou tanto.
O fascínio pela Língua Portuguesa e pela Cultura Lusófona comporta todos os adjetivos acima mencionados, bem como é possível ampliar ainda mais esse pensamento, ao incluir toda cultura, arte e diversidade que só é possível hoje fazer parte do dia a dia, pelo uso comum da mesma língua.
A palavra transformada em arte, trabalhada como quem expõe jóias lapidadas, pedras brutas, pedras raras, com amor, dando voz a nossas terras, pairando feito neblina com a suavidade de uma boa melodia, lembrando dos que ficam à margem, com a beleza e sabor das nossas frutas, nossas paisagens, em muitas viagens pelo universo com essa imensa infinidade de palavras, sempre admirando nossas crianças e nossas flores.
Com olhares para o nosso passado, no que ainda se mantém de pé, esperando por um amanhã melhor, para os que têm a difícil tarefa de manter o bom e belo uso dessas ferramentas, que são tão negligenciadas, muito embora estejam em uso em tantas pátrias.
Existem muitos traços da Cultura Lusófona espalhados, por exemplo, na arquitetura dos países falantes da língua portuguesa. A poesia também é outro exemplo marcante dessa cultura, com muitos nomes conhecidos. Hoje, porém, desejo mencionar alguns representantes que são contemporâneos e não estão entre os conhecidos pelo grande público.
Autacyr Antônio Duarte
Bette Vittorino
Professora Maria de Lourdes
Professora Renata Barcelos
Professor José Otoni
noi soul, brasileiros;
Simão Kaiser Hart
Jofefrado
Glaydes Xavier, angolanos
Eunice Joshua Tenesse
Jackson Santos
Rad_Black
Zacarias Nguenha, esses moçambicanos
Kevin Miles da Guiné-Bissau
Agueda Lopes Semedo de Cabo Verde
Claudina da Silva Moreira de Portugal.
Esses são apenas alguns dos poetas e poetisas que mantém a Língua Portuguesa viva como patrimônio imaterial de todos nós, marca da Cultura Lusófona espalhada em todos os locais onde existem falantes da língua portuguesa.
Renato Lannes Chagas















A revista está simplesmente espetacular.
Amei todas as matérias.
Parabéns 👏 👏 👏 👏
Top a revista , eu Escritor Bello mando um abraço pra todas as mamães do estado de São Paulo e das regiões , um feliz abençoado dia das mães com muita saúde , paz e fé nos corações !
Escritor Bello de Araraquara!
Parabéns para todos os participantes!!!
Gratidão por poder contribuir para mais esta bela revista!!!
Feliz Dia das mães para todos as mães!!!
Deus as Abençoe?🙌🏼🙌🏼🙌🏼🙌🏼
É difícil um contista falar sobre uma coisa que lhe é tão cara, são muitos os contos que estão gravados na memória, mas Machado tem um lugar de destaque. A obra que tenho com o conto mencionado da matéria foi adquirido numa feira de livros que acpntecia na “Cinelândia” na Av Rio Branco próximo da Biblioteca Nacional. Os contos de Machado são algo muito fora da curva, obras literárias maravilhosas. Lidas, relidas e sempre dignas de elogios!!!
Muito bem organizado, pessoas qualificadas deixando seu recado e poesias lindas, parabéns Renato Lannes.
Obrigado pela leitura e comentário!
Saudações poéticas!
Tive o prazer de conhecer a revista nesta edição, é uma proposta louvável e que merece aplausos, parabéns aos idealizadores, Coloco-me à disposição para contribuir com a publicação. Abraços!
Muito feliz de ver uma revista que deposita confiança em novos autores. Artigos que além de esclarecer, nos ensina como ser melhor, como pessoa e profissionalmente. De conhecer ‘gente’ que pensa como nós. Também mostra, a valorização da família e como a figura materna, continua como base fundamental para garantir a educação e o emocional dia filhos. Parabéns aos autores e editores!
Obrigado pela leitura e pelo comentário!!!🙏🏼🙏🏼🙏🏼
Parabéns Renato excelente trabalho sensacional adorei sucesso sempre
Obrigado pela leitura e pelo comentário!!!🙏🏼🙏🏼🙏🏼